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  • 11/12/2015

Soluções Par Mais: Chef Malu queria reduzir o ritmo de trabalho aos 60

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Banqueteira, 41 anos, casada, mãe de 3 filhos, busca se planejar para poder diminuir o ritmo de trabalho aos 60 anos. Desde que montou sua empresa de banquetes (na sua casa), há 3 anos, não pagou mais INSS e gostaria de viver com renda de 10 mil reais por mês.

Como fazer para diminuir o ritmo de trabalho quando tiver 60 anos?

Situação atual:

  1. Perfil: Maria Lúcia, 41 anos, banqueteira, casada, 3 filhos;
  2. Renda mensal: R$ 8.000,00 líquido, em média. Montou negócio próprio há 3 anos;
  3. Despesas fixas: R$ 6.700,00;
  4. Reside em imóvel próprio, com financiamento em que usou o FGTS, restando 15 anos para quitação;
  5. Possui reservas financeiras de R$ 6.000,00, aplicado em poupança;
  6. Patrimônio: há 2 anos recebeu um imóvel na praia (avaliado em R$ 500 mil), onde usa em média 10 dias por ano, e um apartamento (avaliado em R$ 300 mil) que hoje é alugado por R$ 1 mil/mês;
  7. Desejo: manter uma reserva financeira para não se preocupar com imprevistos. Acredita que 3 meses de sua despesa mensal é suficiente (R$ 20.100,00);
  8. Dúvida: quitar ou manter financiamento?

 

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No diagnóstico financeiro inicial foi verificado que as receitas e despesas da família estão dentro da expectativa calculada pela família.

O segundo passo foi dimensionar a reserva de segurança. Maria Lúcia não é a única provedora da casa e já possui um bom nome no mercado em que atua, mas parte de suas despesas é utilizada para pagar os estudos dos filhos, sendo assim, para o cálculo de reserva, consideramos um prazo de 6 meses das despesas (R$ 40.200,00). Este valor deverá ser aplicado em ativos de alta liquidez e baixa volatilidade, disponível sempre que necessário.

No terceiro passo elaboramos um plano para que Maria Lúcia, aos 60 anos, possa reduzir o ritmo de trabalho como deseja.

 

Na avaliação dos dois imóveis tivemos duas constatações:

  1. A família não possui necessidade da casa na praia, é pouco utilizada e ainda lhes gera despesas anuais de R$ 3.600,00 (R$ 300,00/mês). Recomendamos a venda do imóvel, investir o dinheiro e alugar uma outra casa na praia quando desejarem;
  2. O apartamento, hoje alugado à taxa de 0,33%a.m., pode ser vendido para buscar rentabilidade nas NTNB com cupom de 0,53%a.m. (IPCA + 6,5%a.a.), gerando renda mensal de R$ 575,00 a mais do que o aluguel.

 

INSS

Sobre o INSS, nossa recomendação foi de que a Chef Malu passe a contribuir no teto, isso aumentaria suas despesas em R$ 506,00 (11% x R$ 4.600,00) mas lhe garantiria uma renda de R$ 4.000,00 no futuro, por conta dos 14 anos anteriores que também contribuiu. Este valor seria pago com o aumento da renda por conta da aplicação em NTNB. Sendo assim, Maria Lúcia buscaria R$ 6.000,00 para complementar os R$ 10.000,00 que deseja receber no futuro.

 

Resultado

A venda dos dois imóveis lhe dará um saldo inicial de R$ 806.000,00 para o cálculo de independência financeira, o que já garantiria a reserva de segurança. Como sua capacidade de poupança aumentou para R$ 1.669,00 (economia da casa de praia + aplicação NTNB), Maria Lúcia poderia aumentar o padrão de vida da família ou até mesmo reduzir o ritmo de trabalho antes dos 60 anos!

 

Seguem os cenários

Cenário 1: caso a Chef Malu queira aumentar o padrão de vida da família, uma carteira que rentabilize 4% a.a. acima da inflação, fará com que não seja necessário aportar mensalmente, todo o extra de R$ 1.669,00 mensal poderá ser utilizado pela família e ainda assim ela poderá diminuir o ritmo de trabalho aos 60 anos;

Cenário 2:  se Maria Lúcia tiver a mesma carteira de IPCA + 4% a.a. e realizar aportes mensais de R$ 1.669,00, será possível antecipar seu objetivo em 5 anos, podendo diminuir o ritmo de trabalho aos 55 anos de idade.

Independentemente de qual cenário nossa Chef escolher, Maria Lúcia está muito contente com o resultado do planejamento e já pode se programar para o futuro.

 

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Par Mais – 11.12.2015

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