Os 7 maiores riscos de investir em imóveis

  • 31/05/2016
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investir em imóveis

Em meio a incerteza predominante no mercado de investimentos, uma coisa é certa: não existe investimento 100% seguro, o que existe são investimentos com menor ou maior grau de risco. O risco de investir em imóveis, por exemplo, é considerado alto, visto envolver várias premissas. No entanto, como diz o ditado, quanto maior o risco maior a chance de um bom retorno.

Nesse sentido, é importante destacar o crescimento do mercado imobiliário nos últimos anos. Este deixou de ser um lugar de amadores para se tornar um campo cada vez mais disputado, onde somente os mais qualificados conseguem lucrar. Para se destacar neste mercado é necessário muito trabalho e pesquisa.

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Por isso, nós da Par Mais vamos auxiliá-lo nesse processo alertando os 7 maiores riscos de investir em imóveis. Fique ligado!

1. Pagar mais do que o imóvel vale

Para não cair neste erro, você deve pesquisar os preços que os imóveis mais semelhantes e mais próximos estão sendo vendidos e não por quanto estão sendo ofertados. Dessa forma você pode dimensionar até que ponto o investimento poderá ser lucrativo.

Se pretende investir em salas para alugar, pesquise o preço de aluguel de salas na região e, de preferência, que sejam do mesmo tamanho. Caso seu foco seja comprar para reformar e vender, estime os custos para a reforma e procure conhecer o valor de venda dos imóveis semelhantes.

2. Risco de mercado 

Procure analisar primeiramente o mercado financeiro, pois o mercado imobiliário acaba por refletir depois de algum tempo as mudanças do cenário econômico. Assim, avalie indicadores como taxa de juros, taxa de desemprego, confiança do consumidor, rendimento real, entre outros, antes de investir em imóveis.

Possíveis compradores que precisam de crédito para adquirir o imóvel, por exemplo, ficam desestimulados se a taxa de juros do financiamento estiver alta. Já aqueles que possuem capital para comprar à vista, podem optar por investir esse dinheiro e aproveitar as taxas elevadas que rentabilizam a renda fixa.

3. Incerteza quanto à valorização 

A valorização depende tanto das condições do mercado e da região onde está localizado quanto do imóvel em si. Esse potencial é, portanto, imprevisível. Tamanha é a incerteza que o próprio crescimento da cidade pode gerar diferentes valorizações entre os bairros.

Para amenizar este risco você pode, por exemplo, escolher imóveis menores ao invés de um grande e único imóvel, diversificando seu investimento e aumentando as chances de pelo menos algum um deles ser vendido/alugado. Já nas lojas, opte por imóveis onde a probabilidade de locação é maior, como em shoppings ou centros comerciais já consolidados.

4. Baixa Liquidez 

Outro risco de investir em imóveis é a sua baixa liquidez. No mercado imobiliário o tempo para encontrar um comprador é desconhecido. Ou seja, quando precisar do dinheiro aplicado, não haverá garantia de que vai conseguir vender o imóvel rapidamente. Isso pode levar o investidor a outro erro: o de vender o bem por um valor abaixo do esperado.

No caso do aluguel, há também o risco de não conseguir alugar o imóvel por tempo indeterminado, o que acaba por gerar despesas de manutenção, ainda que sem uso.

5. Imobilização do patrimônio 

Pode-se dizer que quem compra imóveis congela parte do seu dinheiro. Daí a importância de planejar bem a compra, pois este investimento carrega o risco de afetar sua vida financeira por um longo período, imobilizando seu patrimônio.

Por isso, o investimento em imóveis é mais adequado para aqueles que visam rendimento no médio e longo prazos.

6. Baixa rentabilidade 

Existe também o risco ligado à rentabilidade. Como já foi comentado, o retorno do investimento é determinado de acordo com variáveis imprevisíveis, como a valorização da propriedade. Situações de turbulência do mercado também podem comprometer o investimento.

Dessa forma, o mais indicado é que você analise atentamente o retorno e os riscos envolvidos no imóvel, propondo cenários de possíveis rentabilidades.

7. Custos elevados 

E, por último, lembre-se que investir em imóveis inclui não somente o valor da propriedade, mas também o valor de todos os custos necessários para mantê-lo. Se você quer de fato lucrar com este investimento, planeje e anote todos os gastos envolvidos. Até mesmo o tempo levado para encontrar e visitar os imóveis devem ser levados em conta, afinal, tempo também é dinheiro.

Não esqueça dos custos associados à compra/venda de um imóvel, como corretagem, escritura, registro e ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis). Além disso, manutenção, condomínio, IPTU e outras taxas também costumam ser custos elevados. Se for alugar, faça um contrato delegando a responsabilidade pelos custos de manutenção, pois assim você evita problemas (e custos) futuros.

 

Par Mais – 31.05.2016

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