• 19/09/2016

Previdência Social: contribuir para o INSS vale a pena?

Todo mundo, mais cedo ou mais tarde, acaba se preocupando com a aposentadoria. Junto com ela surgem dúvidas, como por exemplo: será que contribuir para o INSS vale a pena? Muitas pessoas ainda subestimam a importância da previdência social.

Neste artigo vamos mostrar porque contribuir para o INSS pode ser um bom aliado na hora de garantir uma aposentadoria tranquila.

Previdência Social x Previdência Privada

A Previdência Social e a Previdência Privada funcionam de forma bem distintas. Enquanto a Previdência Privada é um investimento individual que tem como objetivo rentabilizar o dinheiro do investidor, para acumular ou transformar em renda no futuro, a Previdência Social visa garantir direitos comuns à todos os seus segurados.

A lógica das duas modalidades de previdência é diferente: na Previdência Social, os trabalhadores contribuem para promover a renda daqueles que irão se aposentar, ou seja, todos contribuem para todos usufruírem. Na Previdência Privada, a formação da reserva é individual e o beneficiário recebe no final o saldo acumulado, ou transforma o valor em renda para si.

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Como funciona a Previdência Social?

No Brasil, a Previdência Social está entre os Direitos e Garantias Fundamentais de todo o brasileiro, desde a Constituição Federal de 1988. Sendo que, o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) é o responsável por promover e garantir o direito aos benefícios da Previdência Social.

A Previdência Social está organizada da seguinte forma:

Regime Geral – Previdência Social (RGPS):

Possui caráter contributivo e de filiação obrigatória. Suas políticas são elaboradas pelo Ministério da Previdência Social (MPS) e executadas pelo INSS. Dentre os contribuintes, encontram-se os empregadores, empregados assalariados, domésticos, autônomos, contribuintes individuais e trabalhadores rurais.

Regime Próprio – Servidores Públicos (RPPS):

Esse regime, é compulsório para o servidor público, com teto e subtetos definidos pela Emenda Constitucional nº 41/2003. Tem suas políticas elaboradas e executadas pelo Ministério da Previdência Social (MPS). Excluem-se deste grupo os empregados das empresas públicas, os agentes políticos, servidores temporários, detentores de cargos de confiança e todos filiados obrigatórios ao Regime Geral.

Em 2016, após o reajuste do salário mínimo, os segurados da Previdência Social, recebem entre R$ 880,00 (piso com base no salário mínimo) e R$ 5.189,82 (teto máximo).

Mas, contribuir para o INSS vale a pena?

Para entender de forma prática se contribuir para o INSS vale a pena, separamos dois exemplos: uma dona de casa que contribui de forma facultativa, e um funcionário CLT.

Vale mencionar algumas regras do INSS usadas nestes cenários:

  • Aposentadoria por idade para mulher: 60 anos;
  • Aposentadoria por idade para homem: 65 anos;
  • Mínimo de contribuições para aposentadoria por idade: 180 meses (15 anos);
  • Para se chegar à média de contribuição, utilizam-se as 80% maiores contribuições e descarta as 20% menores, desde o Plano Real (1994) – lembrando que estes valores são corrigidos.

Maria, contribuinte facultativa:

Maria, tem 56 anos e trabalhou por 14 anos como secretária, a média das suas contribuições foi de R$ 360,00, equivalente a contribuição de 2 salários mínimos. Resolveu parar de trabalhar e ficar cuidando dos netos, mas para garantir sua aposentadoria ainda faltam 4 anos de contribuição (aposentadoria por idade/60 anos para mulheres). Nesses quatro anos finais ela passará a pagar, pelo teto máximo, o valor de R$ 1.037,96.

Considerando os quatro anos que faltam para ela chegar aos 60 anos, ela terá 18 anos de contribuição – até mais do que o mínimo de 15 anos necessário. Caso Maria continuasse a contribuir sobre um valor igual à sua média até hoje (R$360,00), sua aposentadoria ficaria em torno de 2 salários mínimos. Embora a despesa mensal com INSS fique alta com o aumento da contribuição feita durante esses próximos 4 anos, ela terá uma aposentadoria vitalícia de R$ 2.800,00 – aproximadamente R$ 1.000 a mais do que a primeira situação!

Em contrapartida, se ela optasse em investir o mesmo valor em outro investimento financeiro o resultado seria o seguinte:

No investimento financeiro:

Caso Maria tivesse economizado durante os 14 anos R$ 360,00 e mais 4 anos R$ 1.037,96 mensais, investidos à uma taxa real (acima da inflação) de 4% ao ano, ela acumularia o total de R$ 134.314,00

Esse valor acumulado geraria, também considerando uma taxa real de 4% ao ano, uma renda vitalícia mensal de apenas R$ 565,00. A diferença entre o valor que ela receberia pelo INSS é gritante não é mesmo?

Comparando:

Renda Maria – INSS Renda Maria – Investimento
R$ 2.800,00  R$ 565,00

Vejamos outro exemplo:

Marcus, funcionário CLT:

Como Marcus é funcionário com carteira assinada, o valor da contribuição ao INSS é proporcional ao salário. Ele tem 33 anos, e sempre contribuiu na faixa de 2 salários mínimos. Atualmente o seu salário aumentou para a faixa de 4 salários mínimos, o que ajudou a elevar a média das suas contribuições.

Como ele trabalha desde cedo, e só vai se aposentar aos 65 anos receberá mais do que a médias das suas contribuições, pois contribuiu por mais tempo (fator previdenciário). Caso mantenha seu salário nessa faixa e consequentemente sua contribuição, até lá, sua aposentadoria será do teto, ou seja, com um salário mínimo a mais!

Caso ele tivesse investido pelo mesmo período os mesmos valores, para receber pelo resto da vida o valor da sua aposentadoria, precisaria investir em um produto financeiro com taxa real de 7,8% todos esses anos. O que é praticamente impossível.

IMPORTANTE – Além da aposentadoria, o INSS garante uma série de benefícios que visam o bem estar dos trabalhadores e suas famílias, nos momentos mais difíceis.

Benefícios estes, que nenhum plano de previdência privada oferece.

Saiba quais são eles:

Benefícios do INSS (Previdência Social):

I – Cobertura por motivos de doença, invalidez, morte e idade avançada;

II – Proteção à maternidade, especialmente à gestante;

III – Proteção ao trabalhador em situação de desemprego involuntário;

IV – Salário-família e auxílio-reclusão para os dependentes dos segurados de baixa renda;

V – Pensão por morte do segurado, homem ou mulher, ao cônjuge ou companheiro e dependentes.

Conclusão

Ainda que muitas pessoas desconfiem da importância da previdência social, ela se mostra em muitos casos, a melhor opção para uma aposentadoria segura. Primeiro, pela rentabilidade vitalícia que proporciona, e que é muito difícil de ser alcançada com outros investimentos financeiros. Além disso, os benefícios citados acima nenhuma previdência privada oferece.

Lembrando que levamos em conta as regras atuais da Previdência para as simulações, por isso é muito importante sempre ficar atento e revisar seu plano de aposentadoria, pelo menos a cada 3 anos.

Dessa forma, podemos afirmar que contribuir para o INSS vale a pena sim!

 

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Resumo
Previdência Social: contribuir para o INSS vale a pena?
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Afinal, contribuir para o INSS vale a pena? Vamos mostrar com exemplos que o INSS é um excelente negócio para todos os brasileiros!
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    • ANA ODETE JACOMINI
    • 28/09/2016
    Responder

    ESTOU C/ SÉRIOS PROBLEMAS NA COLUNA, TENHO 58 ANOS E 10 MESES, JÁ TENHO 15 ANOS DE CONTRIBUIÇÃO, JÁ POSSO PEDIR MINHA APOSENTADORIA?

      • Par Mais
      • 30/09/2016
      Responder

      Olá Ana! Com este período de 15 anos de contribuição apenas seria possível a aposentadoria por idade, aos seus 60 anos, ou seja, em pouco mais de um ano. Porém, como você possui o problema citado, considere fazer uma perícia junto ao INSS, se constatada a incapacidade para o trabalho você poderá requerer, desde já, a aposentadoria por invalidez.

      Para solicitar a aposentadoria por invalidez, deve-se agendar uma data para comparecimento à uma agência do INSS, pelo telefone 135, levando documentos pessoais e exames médicos que comprovem a incapacidade. Em seguida, é feito o agendamento da perícia médica. Se nessa perícia já for constatada a incapacidade permanente, será concedida a aposentadoria por invalidez. Se o benefício for negado, é possível recorrer da decisão, administrativamente ou entrar com ação na Justiça Federal.

      Desejamos melhoras e um ótimo final de semana!

    • Marta ramos
    • 13/02/2017
    Responder

    Boa tarde!!! Contribui 12 anos no brasil,hj vivo em portugal,estou pensando em contribuir novamente no brasil.. Sera que vale a pena?

      • Par Mais
      • 31/03/2017
      Responder

      Olá, Marta!
      Brasil e Portugal possuem acordo previdenciário, o que permite que o tempo de contribuição de uma pessoa que trabalha no Brasil seja computado em outro país e vice-versa (fonte). Ao invés de você contribuir novamente no Brasil, sugerimos procurar a Seguridade Social em Portugal para se informar sobre essa comunicação entre os dois países, assim você não sai prejudicada!

    • MARCOS CASTEDO COURA
    • 23/02/2017
    Responder

    ola, tudo bem?
    trabalhei um ano e meio em uma obra sem registro. mas como o dono da obra pagava bem, consegui pagar o inss por 13 meses, mas o serviço acabou e estou desempregado. tenho direito ao seguro desemprego?

      • Par Mais
      • 31/03/2017
      Responder

      Olá, Marcos!
      Pelo que você comentou, pode ser que tenha feito as contribuições por conta própria. Neste caso, não teria direito ao seguro-desemprego, pois não teve carteira assinada no período. Há a opção de procurar auxílio jurídico para comprovar vínculo empregatício e tentar garantir direito ao benefício.
      Esperamos ter ajudado você!

    • Lucia Maria
    • 11/04/2017
    Responder

    Olá, tenho 55 anos e sempre trabalhei como autônoma. Tenho pouco tempo de contribuição e recentemente abri um cnpj (MEI) pensando em uma aposentadoria. Com as novas regras vale a pena continuar pagando o MEI? quanto tempo demorará para conseguir aposentar?

      • Par Mais
      • 24/04/2017
      Responder

      Lucia, bom dia. A aposentadoria depende de diversas variáveis. Sugerimos que você solicite seu extrato de contribuições junto ao INSS. Se desejar pode nos enviar o documento para [email protected] que analisaremos para você. Obrigado pelo seu comentário. Ficamos à disposição.

    • Renan Vasconcelos
    • 28/04/2017
    Responder

    Olá, boa noite! Tenho 29 anos, sou servidor público concursado do estado do ES há 3,5 anos, o mesmo período que tenho de contribuição pelo regime previdenciário próprio estadual. Vale a pena pra mim começar a contribuir com o INSS facultativo, pagando o mínimo que seja, visando complementação de renda?
    Abraço

      • Par Mais
      • 28/04/2017
      Responder

      Renan, bom dia. O Decreto 3.048/99 afirma, no art. 11, § 2º, que “é vedada a filiação ao Regime Geral de Previdência Social, na qualidade de segurado facultativo, de pessoa participante de regime próprio de previdência social […]. De forma geral, podemos dizer que você poderá contribuir ao Regime Geral se tiver atividade remunerada. Por exemplo: ser servidor e dar aulas em uma faculdade privada. De qualquer forma, cada caso deve ser analisado separadamente, pois essa combinação entre atividade pública e privada nem sempre é permitida por lei. Uma consulta a uma advogado previdenciário pode ser interessante. Ficamos à disposição.

    • André
    • 02/05/2017
    Responder

    Olá, bom dia! Tenho 24 anos e nunca contribuí com o INSS. Apesar de já ter lido muitos artigos a respeito, ainda permaneço com dúvida. Qual é a melhor forma de investimento para mim? INSS ou previdência privada? Desde já agradeço.

      • Par Mais
      • 02/05/2017
      Responder

      André, boa tarde. Obrigado pelo seu comentário. Além da aposentadoria, o INSS possui benefícios e auxílios, que você pode chegar a precisar em algum momento de sua vida. Por isso o INSS não pode ser diretamente comparado com previdência privada ou algum investimento. Ainda sobre o INSS, vai depender do seu dia a dia profissional. Você só possui autonomia de decidir contribuir ao INSS ou não em alguns casos específicos, como quando é autônomo, por exemplo. Sendo empregado de empresa privada a contribuição é obrigatória. Sobre previdência privada, existem vários pontos para levar em consideração (veja nosso artigo sobre o tema). Ficamos à disposição.

    • André
    • 15/05/2017
    Responder

    Bom dia!
    Tenho uma dúvida. Pago o INSS desde 2005 como autônomo, hoje tenho 31 anos. Quando atingir os 15 anos de contribuição eu devo continuar pagando mesmo assim? Até conseguir a aposentadoria? Muito obrigado!

      • Par Mais
      • 16/05/2017
      Responder

      André, da forma como está hoje, 15 anos de contribuição é o mínimo para poder se aposentar por idade (65 anos para o homem). Porém, se você contribuir por mais tempo terá direito a uma aposentadoria maior, limitado ao valor da aposentadoria integral. No entanto, com a atual reforma da Previdência o tempo mínimo de contribuição passará a ser 25 anos e o homem terá que ter pelo menos 65 anos para se aposentar.

    • Lucineide buique
    • 11/06/2017
    Responder

    Olá! Minha mãe tem 62 anos e não é aposentada pq não tem tempo de contribuição necessária, faz um ano que ela começou a pagar o inss com medo da sua saúde, vale a pena continuar contribuindo para esse fim?

      • Par Mais
      • 16/06/2017
      Responder

      Lucineide Buique, obrigado pelo seu comentário. Para podermos passar um posicionamento mais exato precisaríamos analisar com mais detalhes o caso. Porém, com as informações que você passou é bem provável que seja uma boa opção sim manter as contribuições, considerando que o INSS garante benefícios como auxílio-doença, invalidez, pensão para dependente e, futuramente, a aposentadoria. A contribuição mensal pelo salário mínimo é cerca de R$ 187 reais. Se fosse contratar um seguro que garantisse os benefícios que o INSS propõe, por exemplo, sairia mais caro.

      Outra questão interessante é que se sua mãe está fazendo as contribuições sobre um salário mínimo, há a opção do Plano Simplificado, aí a alíquota sai de 20% para 11%, garantindo todos os benefícios – com exceção da aposentadoria por tempo de contribuição, que no caso em questão não seria relevante.

      Ficamos à disposição.

    • Franciele
    • 06/07/2017
    Responder

    Olá, tenho 32 anos e 7 de contribuição ao INSS. Há 2 anos não contribuo e agora penso em voltar a contribuir como autônoma. É um bom negócio ou, como sou jovem ainda, é melhor investir esse dinheiro de outra forma para colher a longo prazo? Quais as regras(prós e contras) em contribuir ao INSS como autônoma? oBRIGADA!

      • Par Mais
      • 10/07/2017
      Responder

      Franciele, boa tarde. É importante sim você contribuir ao INSS. Mesmo que sua motivação não seja a aposentadoria, o fato de você ter direito a outros benefícios / auxílios deve também pesar em sua decisão – é o caso do auxílio-doença, salário-maternidade, pensão por morte, entre outros. O próprio site da Previdência Social tem diversas informações. Uma dica que você pode ver se fica adequado para o seu caso é o “plano simplificado de previdência”, que você pode contribuir como autônoma sobre 1 salário mínimo pagando a alíquota de 11%, e não 20%, como é o usual para autônomo. Veja mais neste link. Ficamos à disposição.

    • Laudinéia
    • 19/07/2017
    Responder

    Achei muito interessante este artigo. Tenho 37 anos e quase 20 de contribuição em média de um salário mínimo. Posso e vale a pena a parte nestes últimos 10 anos para obter uma aposentadoria melhor?

      • Par Mais
      • 21/07/2017
      Responder

      Laudinéia, bom dia. Que bom que gostou do artigo. Vale a pena manter as contribuições sim, pois a contribuição ao INSS não é feita somente pela aposentadoria. Existem benefícios e auxílios que só quem é contribuinte tem direito. Além disso, sendo aprovada a reforma da previdência o tempo mínimo de contribuição passará para 25 anos, e ainda faltaria 5 anos para você. Ficamos à disposição.

    • Francisco Coelho
    • 29/07/2017
    Responder

    Olá , tenho 50 anos – Na carteira de Trabalho 08 anos de contribuição – Há 18 anos tenho uma microempresa – simples nacional , não contribuí neste periodo. Gostaria de voltar a contribuir. Seria vantagem Contribuir retroativo os 18 anos atrasados ? . Ou contribuir só mais 15 anos até os 65 anos . Para ter direito a aposentadoria por idade ?

      • Par Mais
      • 01/08/2017
      Responder

      Francisco, obrigado pela sua pergunta.
      É possível que a contribuição retroativa seja sim vantajosa, porém, como o caso é bastante específico e requer uma análise mais profunda da situação, sugerimos que o Sr. consulte um advogado previdenciário para lhe orientar nas simulações junto ao INSS, assim será possível tomar a melhor decisão.

    • Rachel
    • 30/08/2017
    Responder

    Boa tarde! Tenho uma dúvida: ainda não sou servidora pública, tenho 34 anos e estudo para concurso público. Tenho pouco mais de 5 anos de contribuição como contribuinte individual. Considerando a atual conjuntura, a possibilidade de a Reforma virar realidade e as mudanças ocorridas na previdência do servidor público, pergunto: vale a pena continuar contribuindo para o INSS, pelo menos até a minha aprovação, para que eu possa averbar o tempo de contribuição depois quando for aprovada? Ou seria melhor parar de contribuir agora e investir esse valor (aproximadamente R$ 200,00), no Tesouro Direto, por exemplo? Agradeço imenso a atenção! Rachel.

      • Par Mais
      • 30/08/2017
      Responder

      Oi Raquel, para lhe passar uma recomendação seria necessário entender mais detalhes sobre seu caso. Porém, com as informações que nos passou e considerando que a reforma pode alterar significativamente as regras do INSS, nossa sugestão é que, nesse momento, você faça o mínimo de contribuições necessárias para não perder a condição de segurada no INSS. Depois da reforma e/ou da admissão no cargo público que você almeja, é importante rever a estratégia.

    • Claudemir Candioto
    • 16/09/2017
    Responder

    OIá …minha dúvida é a seguinte: já tenho 25 anos de contribuição para o INSS e sempre tive um bom salário como CLT, estou com 45 anos e estou indo morar fora do Brasil , estou indo para a Inglaterra e lá não tem acordo previdenciário com o Brasil. Se caso eu não pagar mais o INSS até os meus 65 anos já que vou estar neste periodo de 20 anos morando fora, e também como já paguei 25 anos eu automaticamente já tenho direito a me aposentar quando tiver os meus 65 anos certo? Pergunta….o cálculo que o INSS vai fazer para pagar a minha aposentadoria daqui á 20 anos será do salário dos últimos 10 anos ? se sim eu teoricamente conseguiria me aposentar com mais de um salário mínimo certo? já que sempre foi descontado o teto máximo do meu salário.

      • Par Mais
      • 29/09/2017
      Responder

      Claudemir, agradecemos o seu comentário.
      O INSS vai proceder da seguinte forma:
      Levantará a quantidade de contribuições feitas a partir de Julho/1994. Do total, haverá a correção e a atualização dos valores.
      Após isso, será eliminado 20% das menores contribuições feitas no período e, para se chegar ao valor, será feita uma média das 80% das maiores contribuições.
      Mas, vale a pena consultar o site do INSS ou ir até uma agência para verificar esse caso com mais detalhes.
      Ficamos à disposição.

    • Elisabete
    • 01/10/2017
    Responder

    Tenho 49 anos,
    com CLT e contribuição como autônoma o total 25 anos.
    o salario foi tudo minimo , Se eu começar a pagar sobre tres salarios durante 5 anos eu consigo me aposentar acima de 2000,00. com 55 anos de idade?

    A lei hoje eu posso me aposentar com salario minimo tendo 49 anos e 25 anos de contribuição cod. 1007.

      • Par Mais
      • 06/10/2017
      Responder

      Elisabete, olá!
      O cálculo do valor do seu benefício será correspondente a média dos 80% maiores salários de contribuição, corrigidos desde julho de 1994. Neste caso, a mudança para pagamento referente a três salários mínimos deve alterar muito pouco sua renda de aposentadoria.

    • natalia
    • 05/10/2017
    Responder

    ola meu nome é Natalia tenho 31 e ja tenho uns 5 anos de contribuição.
    Agora vou pagar como autonomo e não sei se pago o valor menor e aposento por idade ( no caso faltaria apenas mais 10 anos de contribuição) certo?
    ou pago o valor maior e aposento por tempo de contribuição
    não sei o que fazer

      • Par Mais
      • 06/10/2017
      Responder

      Natalia, olá!
      Para se aposentar é necessário sim o período MINIMO de 15 anos (180 meses) de contribuição.
      Você é muito nova para se aposentar daqui a 10 anos e vai ficar bem longe do número de pontos alcançados (soma da idade + tempo de contribuição) da Regra 85/95.
      Pense bem como proceder, pois a sua aposentadoria é consequência real da soma destes fatores.
      Se seu padrão de vida permitir que você se aposente com 1 salário mínimo, contribua sobre isso, e se não permitir e o INSS for sua única renda futura, contribua sobre o salário que for necessário.

    • Daniel Correia
    • 17/10/2017
    Responder

    Boa tarde, Tenho 48 anos sempre trabalhei CLT por 26 anos mas sempre contribui com um salario minimo, agora estou montando um negocio informal . e uma duvida cruel pago daqui pra frente como contribuinte individual em cima de 5 salários minimos 11% para me aposentar com 65 anos( por idade )( 17 anos) ou 20% para me aposentar com 57 anos(tempo de contribuição) (09 anos). , ou pago 1 salario minimo e os ultimos 4 anos que estiver para me aposentar pago pelo teto maximo ,sera que o inss aceitaria ? dizem que é 80% das maiores contribuições dos ultimos 12 meses. Agradeço desde já

      • Par Mais
      • 25/10/2017
      Responder

      Daniel, nossa recomendação é que você formalize seu negócio. Há uma ótima opção, o MEI (Micro Empreendedor Individual), onde é possível trabalhar na formalidade e com um custo baixo de impostos e INSS (aprox. R$ 50/mês). Sobre sua dúvida em relação às contribuições consideradas na média, o INSS leva em conta as 80% maiores contribuições de julho/94 até a data da aposentadoria (considerando a regra atual).
      Ficamos à disposição.

    • sandra liberato
    • 01/11/2017
    Responder

    estou mudando para Portugal e quero saber como continuo a contribuição do inss por la. Atualmente estou trabalhando registrada e tenho 54 anos, quero continuar la em Portugal como autônoma.

    • Gilson Alves
    • 07/11/2017
    Responder

    Farei 27 anos em março/18. Comecei contribuir como Facultativo Mensal – cód 1406, em abril/2010, pois não tenho vínculo empregatício com Pessoa Jurídica. Porém, com a evidência da Reforma da Previdência, fiquei em dúvida e suspendi o recolhimento, sendo que o último foi em maio/17, competência abril. Estou pensando em normalizar minha situação. O que devo fazer? Recolher os atrasados pelo código 1406 ou alterar a forma de contribuição, considerando a minha idade e possibilidade de aprovação da Reforma? Obrigado pela atenção.

      • Par Mais
      • 13/11/2017
      Responder

      Gilson, boa dia!

      O Contribuinte Individual e o Facultativo podem contribuir de duas maneiras: pelo plano normal ou pelo plano simplificado. Para cada forma de contribuição, há um código específico de pagamento.

      Código 1406 – contribuinte facultativo mensal.

      A contribuição nesse código dá direito aos benefícios do INSS e às duas aposentadorias: por idade e por tempo de serviço.

      Nossa sugestão é que regularize sua situação com o mesmo código até a Reforma de Previdência ser aprovada.

      Muitas coisas ainda podem acontecer então, recolha os atrasados e aguarde uma definição mais concreta da reforma para pensar em outras estratégias e possibilidades.

      Desejamos ter ajudado. Sucesso e uma ótima semana para você!

        • Gilson Alves
        • 22/11/2017
        Responder

        Muitíssimo obrigado. Seguirei sua sugestão.
        Boa tarde!

    • João
    • 19/12/2017
    Responder

    Boa tarde! Tudo bem?

    Tenho 30 anos e sempre trabalhei com carteira assinada. Porém, abri minha empresa recentemente e não pretendo voltar a trabalhar como funcionário. Gostaria de saber, caso de fato eu não seja mais obrigado a contribuir com o INSS, vale a pena eu pagar? Estou para começar uma previdência privada no começo do ano que vem..

      • Par Mais
      • 20/12/2017
      Responder

      João, bom dia!
      Você já contribuiu 30 anos para a previdência social e com certeza vale você continuar pagando. Como é um seguro social, o pagamento da aposentadoria da previdência social é vitalício, sem contar com os outros benefícios para os segurados, como o auxílio doença.
      Como relatamos no artigo, o custo benefício é muito bom!
      Quanto ao plano de previdência privada, pesquise com muita atenção! Fique de olho nas taxas de carregamento e na taxa de administração. Nas de carregamento exija taxa zero e na administração, nada maior que 1%. Pesquise também outras opções de investimentos de longo prazo, como o Tesouro Selic.
      Parabéns pela iniciativa e muito sucesso em 2018!

    • Edleuza
    • 25/12/2017
    Responder

    Olá,
    Tenho 57 anos trabalho em uma empresa privada e atualmente ganho 1,4 salários mínimos. Desde 2014 pago como contribuinte individual, o equivalente ao completo para o teto do INSS.
    Devido as incertezas com as mudanças na previdência, esse ano optei por parar de pagar esse completo e fazer uma previdência privada, pois fui informada em um posto do INSS que esse valor que paguei como contribuinte individual, não seria levado em consideração no calculo da minha aposentadoria.
    Você poderia informar, se a informação sobre o valor que paguei como contribuinte individual procede?
    Sei que vale a pena pagar esses 3 anos restantes, para aumentar a minha média de contribuições, porém gostaria de ter certeza que essas contribuições irão somar as pagas pela empresa que trabalho hoje!
    Adicionalmente, gostaria de saber se acha muito arriscado seguir pagando o completo como contribuinte individual, tendo em vista essas mudanças em andamento, pois pelo que tenho lido a fórmula para cálculo do beneficio será alterada e não existirá regra de transição para o valor, correto?
    Quando completar os 60 anos, terei completado 30 anos de contribuições e a idade exigida atualmente, ou seja teria direito ao benefício integral e minha média de contribuições estaria no teto, pelos últimos 7 anos. Estou correta?
    Desde já agradeço o seu apoio e desejo boas festas!!

      • Par Mais
      • 27/12/2017
      Responder

      Edleuza, boa tarde!

      Contribuir como individual, conta sim. Porém só vai contar 30% por conta da múltipla atividade (você é funcionária + cont.individual).
      Se a atividade de funcionária é mais antiga vai ter peso de 70% e como individual 30%. O ideal é você ir novamente ao INSS, pegar o extrato das contribuições e tirar suas dúvidas com a supervisão do INSS.

      Vale muito a pena contribuir por esses 3 anos restantes. Contribuir p/ o INSS é excelente mesmo com a proposta de reforma.
      Se a proposta de reforma passar, talvez você seja penalizada porque passa ser necessário 40 anos de contribuição p/ ter 100% da média das contribuições. Com os seus 30 anos, terá 77,5% da média, mas sempre com o mínimo de 1 salário mínimo.

      Desejamos ter ajudado! Muito sucesso e um ótimo 2018 para você!

    • Ricardo Eugenio Maranzatto
    • 03/01/2018
    Responder

    Boa tarde!
    Por gentileza, gostaria da sua opinião. Minha mãe tem 63 anos de idade e contribuiu com o INSS por 5 anos, será que vale a pena eu continuar contribuindo para que ela possa se aposentar por idade? Caso ela continue contribuindo qual a melhor opção a escolher? Nesse caso eu ela teria que contribuir por mais quantos anos? Se ela estiver contribuindo e tiver algum problema de saúde ela poderia solicitar o auxílio doença?
    Desde já agradeço pela atenção!

      • Par Mais
      • 09/01/2018
      Responder

      Ricardo, boa tarde!

      Por se tratar de um caso mais específico, o mais recomendado é que você consulte o INSS para verificar o melhor procedimento a ser adotado.
      Para identificar a melhor estratégia, seria importante termos todas às informações do extrato para chegarmos nesses valores com mais propriedade.

      Até mesmo para ter mais informações do tempo e do quanto efetivamente faltaria para ela se aposentar por idade.

      Com isso, é possível concluir se você deve alterar a estratégia atual de contribuição, aumentando o seu custo mensal ou manter.
      Só para ter uma idéia, para fazer às contribuições sobre o teto do INSS, atualmente R$ 5.531,00, o custo seria de R$ 1.100 mensal, aproximadamente.
      Quem tem direito ao auxílio doença?
      Quem contribuiu para o INSS nos 12 meses imediatamente anteriores.
      Porém, há algumas exceções a essa regra geral.
      Quem é afastado por causa de acidente de trabalho, por exemplo, é isento dessa carência.
      No caso de algumas doenças previstas em lei, como câncer, tuberculose e hanseníase, também não é necessário cumprir o requisito das 12 contribuições, desde que a doença não seja preexistente à primeira contribuição ao INSS.

      Desejamos sucesso!

    • fabio
    • 09/01/2018
    Responder

    olá, acabei de deixar meu emprego clt após 30 anos de contribuições pelo teto. Certamente continuarei a contribuir de forma facultativa porém tenho dúvida se devo recolher pelo mínimo ou continuar pelo teto. Obrigado.

      • Par Mais
      • 10/01/2018
      Responder

      Fábio, bom dia!
      Para identificar a melhor estratégia, é preciso calcular a renda mensal esperada na aposentadoria por idade e na aposentadoria por tempo de contribuição a partir do extrato de contribuições.

      Nesse caso, seria importante termos todas as informações do extrato para chegarmos nesses valores com mais propriedade.

      Com isso, é possível concluir se você deve alterar a estratégia atual de contribuição, aumentando o seu custo mensal ou manter a estratégia e aplicar a diferença em um investimento financeiro.
      Para fazer às contribuições sobre o teto do INSS, atualmente R$ 5.531,00, o custo seria de R$ 1.100 mensal, aproximadamente.
      Como você já contribuiu 30 anos pelo teto, recomendamos continuar dessa forma. É claro, se os valores se adequarem ao seu orçamento e ao novo momento de vida.
      Desejamos sucesso!

    • Peter
    • 09/01/2018
    Responder

    Bom dia!
    Tenho 45 anos e comecei a trabalhar como CLT bem cedo (15 anos), tendo atualmente contribuído 27 anos, sendo que destes, cerca de 20 anos eu contribui com o teto. Atualmente estou desempregado e pretendo continuar contribuindo de forma individual. Dúvida: Se eu contribuir com o mínimo (considerando a faixa dos 20%), isso fará muito efeito no valor do final da minha aposentadoria?

      • Par Mais
      • 10/01/2018
      Responder

      Peter, bom dia!

      Para calcular o valor do benefício, primeiro é preciso calcular o salário de benefício, que corresponde à média aritmética simples dos 80% maiores salários de contribuição, corrigidos monetariamente desde julho de 1994.
      O impacto de se contribuir com o mínimo está ligado ao tempo que isso acontecerá pois, no final, será feita à média dos 80% maiores salários de contribuição.
      Seria importante termos todas às informações do extrato para chegarmos nesses valores com mais propriedade.
      Com uma simples visita aos postos de atendimento da previdência social, é possível saber esse valor.
      Desejamos sucesso!

    • Vicente
    • 11/01/2018
    Responder

    Olá!

    Tenho 36 anos e trabalho desde o ano 2000. Até agora (01/2018) tenho um total de 14 anos contribuídos ao INSS conforme consta em meu extrato CNIS seja como empregado CLT ou por recolhimento como contribuinte individual.

    Hoje estou desempregado e avaliando se devo pagar o GPS como facultativo enquanto não consigo me recolocar no mercado formal (CLT).

    Minha contribuição média para o INSS nesses 14 anos foi sobre o valor de R$ 5.000,00.

    Conseguiriam me orientar sobre ser ou não válido pagar o GPS neste momento (já estou 6 meses desempregado) e em caso positivo, sobre qual modalidade (facultativo, com ou sem desconto) e sobre quantos salários mínimos, considerando as leis atuais para futura aposentação?

    Muito obrigado

      • Par Mais
      • 12/01/2018
      Responder

      Por se tratar de um caso mais específico, o mais recomendado é que você consulte o INSS para verificar o melhor procedimento a ser adotado.
      Para identificar a melhor estratégia, seria importante termos todas às informações do extrato para chegarmos nesses valores com mais propriedade.
      Só para ter uma idéia, para fazer às contribuições sobre o teto do INSS, atualmente R$ 5.531,00, o custo seria de R$ 1.100 mensal, aproximadamente.
      O Contribuinte Individual e o Facultativo podem contribuir de duas maneiras: pelo plano normal ou pelo plano simplificado. Para cada forma de contribuição, há um código específico de pagamento.

      Código 1406 – contribuinte facultativo mensal.

      A contribuição nesse código dá direito aos benefícios do INSS e às duas aposentadorias: por idade e por tempo de serviço.

      Confira no link https://www.inss.gov.br/beneficios/

    • José Maria Nogueira
    • 23/01/2018
    Responder

    Prezados srs.,

    Primeiro gostei do site, achei seriedade. Segundo: pago o INSS como empregado e pago como autônomo. Como será o cálculo da aposentadoria para estes casos? Sei que não será somado.

      • Par Mais
      • 24/01/2018
      Responder

      José Maria, boa tarde!

      Seu caso é de múltipla atividade! Aquela atividade que você contribui por mais tempo, tem um peso de 70% (setenta por cento) para o calculo do valor da sua aposentadoria.

      Qualquer outras dúvidas, estamos a sua disposição!

      Até mais,

    • Deisy
    • 06/02/2018
    Responder

    Olá, minha dúvida é se ainda vale a pena contribuir sobre o teto.
    Contribuo sobre o teto de 2011 a 2017. Tenho, 147 contribuições, falta 33, para conseguir as 180 contribuição e me aposentar por idade.

      • Par Mais
      • 07/02/2018
      Responder

      Deisy, bom dia!

      Infelizmente precisa ser de um conta corrente ativa. Não pode ser de conta poupança.

      Desejamos ter ajudado!

    • Vânia Menezes
    • 14/02/2018
    Responder

    boa tarde,
    tenho 57 anos , trabalhei 3 anos como baba,hoje estou desempregada,gostaria de saber se vale a pena continuar pagando o inss agora como autonoma

      • Par Mais
      • 16/02/2018
      Responder

      Vânia, bom dia!

      A primeira questão a ser respondida é: quanto tempo de contribuição você já possui?

      Para identificar a melhor estratégia, seria importante termos todas às informações do extrato para chegarmos nesses valores com mais propriedade.

      O Contribuinte Individual e o Facultativo podem contribuir de duas maneiras: pelo plano normal ou pelo plano simplificado. Para cada forma de contribuição, há um código específico de pagamento.

      Código 1406 – contribuinte facultativo mensal.

      A contribuição nesse código dá direito aos benefícios do INSS e às duas aposentadorias: por idade e por tempo de serviço.

      Lembrando que, o valor dessa contribuição facultativa, deve estar alinhada com o seu orçamento mensal e suas perspectivas de retorno ao mercado de trabalho.

      Se o seu orçamento já está apertado, recomendamos que você volte ao mercado de trabalho, e então, retome às

      Até mais!

    • Selena
    • 22/02/2018
    Responder

    Ola, estou com 49 anos e 26 anos e alguns meses de contribuicao, ocorre que trabalhei de 2006 a 2009 como autônoma (1007) e deixei de recolher mas declarei IR pois recebia pelo SDA.. Será que vale a pena recolher retroativo estes anos para poder aposentar mais cedo e pelo valor integral? Atualmente recolho s/ 02 sal. mínimos apenas, pelo tempo que falta , seria prudente aumentar o valor da contribuição para um beneficio razoável.
    Grata,

      • Par Mais
      • 23/02/2018
      Responder

      Selena, boa tarde!

      Você possui um ótimo tempo de contribuição até aqui e tem mais alguns anos para continuar recolhendo INSS até se aposentar. Nossa recomendação é que você vá até o INSS e peça uma simulação do custo para recolher esses 3 anos retroativos (2006 a 2009) e também veja qual a renda estimada caso se aposente por tempo de contribuição, lembrando que para isso é necessário contar com 30 anos de contribuição. O que podemos lhe adiantar é que não será possível se aposentar mais cedo e com o valor integral da sua média, pois na aposentadoria proporcional há a incidência do fator previdenciário.

      Por fim, como muito em breve você poderá optar por começar a recolher o benefício, sugerimos a contratação de um advogado previdenciário para lhe ajudar nos cálculos e simulações.

      Desejamos sucesso!

    • Elaine
    • 16/04/2018
    Responder

    Tenho 48 anos de idade e faltam pouco mais de 4 anos para minha aposentadoria por tempo de contribuição (de acordo com a calculadora da Previdência). Estou desempregada há 6 meses e com dificuldade de recolocação. Queria saber se vale a pena começar a contribuir para a previdência por alguns meses até que eu consiga uma eventual recolocação.

      • Par Mais
      • 16/04/2018
      Responder

      Elaine, boa tarde!
      Sugerimos que você contribua, no mínimo, a cada três meses pelo valor médio das suas contribuições. Assim você não perde a sua condição de segurada. Com a reforma prevista para o próximo ano, é importante você manter o vínculo com o INSS, independente do que seja aprovado.
      Desejamos que você se recoloque o mais breve possível.
      Sucesso!

    • Roseli Rosa Calixto
    • 27/04/2018
    Responder

    Estou desempregada mas nao consigo trabalhar devido eu tomar antidepressivos muitos fortes, qual melhor opcao para pagar facultativo ou autonomo

    • CAMILA CIRINO PEREIRA
    • 05/05/2018
    Responder

    33anos
    Sexo feminino
    Trabalho por empresa(pj)
    Alíquota do inss 20% por ser pj.
    Já Contribui por 7 anos o mínimo.
    Considerando o pior cenário do INSS no futuro ( soma 90 – aposentar com 65anos e contribuir por 35anos) vale a pena contribuir o teto a partir de hoje ( contribuir por mais 28anos pagando o teto com alíquota de 20% ) para receber o teto de forma vitalicia ao se posentar?
    Ou investir esse dinheiro ipca + 4 seria mais proveitoso considerando apenas aposentadoria sem os outra benefícios?

      • Par Mais
      • 08/05/2018
      Responder

      Camila, boa tarde!
      Conforme e-mails trocados entre nossos consultores e você, acreditamos ter esclarecido.
      Sucesso!

  1. Responder

    Bom dia !
    Eu tenho 27 anos e 8 anos de carteira assinada.
    A empresa na qual eu trabalhei durante o período de 2 anos e meio,prestava serviços para o banco Itaú. Devido a algumas funções bancárias que eu exercia,entrei com um processo contra o banco e ganhei por decisão judicial.
    Foi cobrado um valor no meu processo de previdência privada. Baseado no salário que eu recebua na época,este valor descontado no meu processo referente a previdência privada, é o equivalente a 30 anos de desconto de INSS . Com o valor que foi descontado em meu processo,mais os anos trabalhados,já contribuí mais de 39 anos.
    Neste caso,qual será minha base para aposentadoria,pelo tempo trabalhado ou pelo tempo de contribuição ?

      • Par Mais
      • 29/06/2018
      Responder

      Taliana, boa tarde!

      Não temos conhecimento sobre este tipo de situação em que um processo trabalhista adiante a aposentadoria do reclamante.
      É importante você verificar como está seu extrato do INSS na Receita Federal, pois caso haja de fato uma alteração devido ao processo, o extrato deveria conter esta alteração.
      Sugerimos conversar com um advogado especialista no assunto para entender bem qual é sua real situação.
      Até mais!

    • fatima porrino
    • 06/07/2018
    Responder

    Bom Dia estou a 2 anos de minha aposentadoria por tempo de contribuicao
    pago mensalmente sobre 1 salario minimo.
    VAle a pena eu contribuir mensalmente com mais de 1 salario minimo ate a minha aposentadoria o ano que vem para eu ter um rendimento maior?

      • Par Mais
      • 06/07/2018
      Responder

      Fátima, bom dia!
      Como o valor que você vai receber é a média das 80% maiores contribuições, multiplicado pelo fator previdenciário e só falta dois anos para se aposentar, não vale você aumentar o valor da sua contribuição. O tempo é muito curto para fazer diferença no valor que você vai receber.
      Sucesso!

    • Vitor
    • 17/07/2018
    Responder

    INSS tem lei que evita cessar o benefício enquanto o segurado está em pleno tratamento e tem lei que evita o segurado continuar recebendo enquanto está em tratamento. Parece piada

    • Rafael
    • 17/07/2018
    Responder

    Prezados, boa tarde

    Minha mãe tem 51 anos e 21 anos de contribuição com valores após 1994 sempre um pouco superior ao salário mínimo da épocae antes de 1994 os valores eram bem superiores ao mínimo da época. Agora seria mais vantajoso nós contribuirmos com o individual normal ou simplificado?
    Pensei em MEI também, mas por se restringir ao benefício depois só ao salário mínimo imaginei não compensar.

    Agradeço desde já,

    Rafael

      • Par Mais
      • 19/07/2018
      Responder

      Rafael, boa tarde!
      A aposentadoria depende de diversas variáveis.
      Sugerimos que você solicite o extrato de contribuições da sua mãe junto ao INSS para fazer uma avaliação mais detalhada.
      É importante ressaltar que a contribuição pelo plano simplificado exclui a possibilidade de aposentadoria por tempo de contribuição, portanto é possível que o plano normal seja mais indicado, porém é necessário fazer essa conta no detalhe.
      Desejamos ter ajudado!

    • Jeane
    • 25/07/2018
    Responder

    olá,
    tenho uns 9 anos de contribuíção e há uns 5 anos não contribuo constantemente, apenas qd peguei algumas aulas, hoje trabalho para a prefeitura na qual seria um outro orgão o responsável pela arrecadação tributária, o IPASMUN, isso seria somado ao inss ou nada haver?

      • Par Mais
      • 25/07/2018
      Responder

      Jeane, boa tarde!
      Infelizmente não temos como ajudá-la, sua dúvida foge do nosso escopo de conhecimento. Sugerimos verificar com o órgão citado.
      Sucesso!

    • Cintia
    • 02/08/2018
    Responder

    Boa tarde ,
    tenho 46 anos, trabalhei apenas 2 anos quando jovem, casei e sou dona de casa há 21 anos. Apesar de tarde, gostaria me tornar contribuinte facultativa. Qual a melhor opção, alíquota de 20% ou 11%?

    • Alexandre
    • 20/08/2018
    Responder

    Bom dia. Fui aposentado por invalidez durante anos com benefício cessado em 04/2018. Receberei mensalidade de recuperação até 10/2019. Como o tempo afastado conta para aposentadoria por tempo contribuição irei requere-la em 05/2019 com 37 anos e dois mese e sete dias.Gostaria de saber se é vantagem eu recolher sobre o teto, como autônomo, durante esse período da mensalidade de recuperação (08 meses) haja vista cair no fator previdenciário? As informações são que o recolhimento como autônomo pode, às vezes, reduzir o calculo por não ser a atividade principal.

      • Par Mais
      • 21/08/2018
      Responder

      Alexandre, bom dia!

      Para se aposentar por tempo de contribuição é necessário que o cidadão tenha efetivamente trabalhado por no mínimo 180 meses (15 anos). Períodos de auxílio-doença, por exemplo, não são considerados para atender a este requisito (carência).
      Quanto o valor da sua contribuição para o cálculo do benefício (valor da sua aposentadoria) de modo simplista podemos dizer que é baseado por volta 80% dos valores contribuídos durante todo o período.
      No seu caso, os oito meses que faltam, não ajudariam muito no cálculo final do valor da sua aposentadoria.

      Consulte a página do INSS que explica de forma bem detalhada o cálculo:

      https://www.inss.gov.br/beneficios/aposentadoria-por-tempo-de-contribuicao/valor-das-aposentadorias/

      Aqui você pode SIMULAR:

      https://www.inss.gov.br/servicos-do-inss/simulacao/

      Desejamos ter ajudado.
      Sucesso!

    • Maria Sandra da Luz
    • 29/08/2018
    Responder

    tenho 7 anos de contribuição pelo INSS(empresa privada). Hoje sou funcionária publica municipal. desde o ano 2.000. Gostaria de saber se eu posso continuar a pagar o INSS para futuramente obter uma aposentadoria por idade. Mesmo sendo funcionário pública. futuramente posso ficar com as duas aposentadorias.

      • Par Mais
      • 30/08/2018
      Responder

      Maria, bom dia!
      É possível receber duas aposentadoria (uma referente ao trabalho como servidor público e outra referente ao trabalho em empresa privada onde se foram realizadas contribuições ao INSS).
      Porém existem muitas variáveis para ter certeza se o seu caso se aplica.
      Sugerimos buscar o setor do RH do seu município para fazer este questionamento, e caso não resolva, buscar um advogado especializado para analisar seu caso mais detalhadamente.
      Desejamos sucesso!

    • Suzana Rodrigues de Jesus
    • 09/09/2018
    Responder

    Bom dia! Tenho 38 anos, desde 2008 sou socia de empresa e contribuo com valor mínimo de previdência, faltam 8 anos para aposentar por tempo de trabalho, compensaria a partir de hoje contribuir com o valor maior para garantir aposentadoria no futuro?

      • Par Mais
      • 10/09/2018
      Responder

      Suzana, bom dia!
      Sim, vale você contribuir no pró-labore pelo teto.
      Na atual regra, o valor do benefício (aposentadoria) é a média das suas contribuições. Neste caso, você não irá receber pelo teto, mas como ainda faltam 8 anos, se contribuir com o valor teto, receberá um valor um superior ao salário minimo.
      Sucesso!

    • Juliana
    • 13/09/2018
    Responder

    E uma boa estratégia começar a pagar como segurado facultativo para o meu filho que tem 16 anos a alíquota de 11% do salário mínimo para que ele ganhe este tempo de contribuição, considerando que ao longo da sua vida profissional sua contribuição provavelmente será como contribuinte obrigatório e no teto?
    Pagar o mínimo inicialmente interferira no cálculo de tempo de contribuição no futuro?

      • Par Mais
      • 14/09/2018
      Responder

      Juliana, boa tarde!
      Pela atual regra, é uma boa estratégia e não impactaria tanto no valor do benefício, mas sabemos que teremos uma reforma e provavelmente mudanças…
      Até mais!

    • lieda araujo
    • 17/09/2018
    Responder

    ola bom dia,gostaria de saber se ainda vale apena eu contribuir!trabalhei por 2anos 1/2 e hoje tenho 53anos!vale apena ainda eu começar a contribuir?

      • Par Mais
      • 18/09/2018
      Responder

      I
      Lieda, boa tarde!
      Sim! Se você se aposentar depois dos 65 anos de idade poderá se aposentar recebendo, no mínimo, o valor igual ao salário mínimo.

      Sem contar de depois de 12 (doze) meses contribuição, em caso de doença ou lesão incapacitante para o trabalho, você já terá direito a benefícios por incapacidade como auxílio-doença e aposentadoria por invalidez.

      Sucesso!

    • Katia Silva
    • 17/09/2018
    Responder

    Sempre trabalhei com carteira assinada hoje tenho 38 anos e 12 anos de contribuição qual é a melhor forma de recolher pelo 20% (tempo de contribuição de 30 anos ou 11% (60 anos, com 15 anos de contribuição) Tenho duvidas. Para mim qual é a melhor forma?

      • Par Mais
      • 18/09/2018
      Responder

      Kátia, boa tarde!
      Com certeza em breve desejamos que você volte a atividade, com carteira assinada.
      – A alíquota de 20% deve ser paga pelo contribuinte individual ou facultativo que pretende conquistar a aposentadoria por tempo de contribuição ou que deseja uma aposentadoria por idade com o valor maior que o salário mínimo. (Acreditamos ser esta a melhor opção para você, mas voc~e não informou que a sua remuneração era superior ou não ao salário mínimo)

      – A alíquota de 11% é destinada ao contribuinte individual, que não presta serviço e nem tem relação de emprego com pessoa jurídica, e ao facultativo, que não exerce atividade remunerada.

      E, por fim:
      – A contribuição de apenas 5% do salário mínimo é destinada a membros de família de baixa renda. Para realizar a contribuição com esta alíquota é preciso preencher 3 requisitos:
      . não exercer atividade remunerada e se dedicar de forma exclusiva ao trabalho doméstico em sua residência;
      . não possui renda própria;
      . pertencer à família de baixa renda, com inscrição no Cadastro Único para programas Sociais do Governo Federal, o CadÚnico, com situação atualizada nos últimos 2 anos

      Desejamos sucesso!

  2. Responder

    Olá! Tenho 31 anos, sou autônomo e contribuí em torno de 5 anos para o INSS, sendo que paguei a última parcela em 2015. Com as novas regras, vale a pena dar continuidade aos pagamentos? Ou há melhor alternativa para o meu perfil?

      • Par Mais
      • 20/09/2018
      Responder

      André, bom dia!
      O INSS é um excelente investimento, pois além da aposentadoria ele oferece outros benefícios como o auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, etc
      Sempre é bom lembrar que o benefício da aposentadoria é vitalício, só termina com a morte do segurado.
      Pensando assim, sugerimos que continue a contribuir para o INSS!
      Mas também será necessário que você invista em outros produtos financeiros se desejar ter uma renda superior a que vai receber do INSS.
      Você é muito novo!
      Sugerimos que faça uma simulação na nossa ferramenta “Viver de renda”

      http://apps.parmais.com.br/viver-de-renda#!/

      Desejamos sucesso!

    • Ricardo Henrique
    • 05/10/2018
    Responder

    Bom dia , tenho 40 anos e nunca contribui com INSS porém a 3 anos pago sobre 11%, compensa eu mudar para 20%?

      • Par Mais
      • 06/10/2018
      Responder

      Ricardo, boa tarde!
      Você muito jovem e ficamos felizes de investir no seu futuro.
      Depende qual a sua expectativa de renda futura. De quanto a renda do INSS poderá representar no seu futuro. Além disso, no decorrer desses anos até a aposentadoria, as demais coberturas do INSS poderão fazer diferença.
      Sugerimos solicitar um consulta, mas a princípio, sim.
      Sucesso!

    • heloyse
    • 10/10/2018
    Responder

    se o trabalhador possui 2 empregos com carteira assinada,e caso o mesmo desconte o inss nos 2 vinculos , isso ira aumantar no futuro valor da aposentadoria? ou é mais viavel contribuir em apenas em 1 dos vinculos.

      • Par Mais
      • 12/10/2018
      Responder

      Heloyse, boa tarde!
      Não! O segurado do INSS que possui mais de um vínculo empregatício deve estar atento sobre os valores pagos de contribuição previdenciária (INSS), pois pode estar contribuindo mais do que deve, o que lhe dá direito à restituição.

      Confira as faixas de contribuição:
      Salário de contribuição (R$) Alíquota para fins de recolhimento ao INSS
      Até R$ 1.693,72 8%
      De R$ 1.693,73 a R$ 2.822,90 9%
      De R$ 2.822,91 a R$ 5.645,80 11%
      Acima de R$ 5.645,80 Valor fixo de R$ 621,04

      A contribuição realizada a maior não produzirá nenhum aumento no valor de sua aposentadoria, pois sempre ficará limitada ao teto do INSS.
      Em razão disso, é possível pedir a restituição da contribuição previdenciária junto à receita online ou, uma ação judicial para o recebimento da quantia descontada indevidamente.
      Existindo dúvidas sobre o assunto, peça auxílio de um advogado especialista em Direito Previdenciário, e receba sua restituição.

      Desejamos sucesso!

    • Celiria
    • 13/10/2018
    Responder

    Boa noite tenho 39 anos e vou começar a pagar esse mes o INSS lá na previdência disseram que são 15 anos pago e aponsenta com 60 isso confere ? Compensa eu pagar ? Eu começando a pagar agora entra na nova lei ou é mesmo 15 anos de contribuição e 60 de idade ? Desde já obrigada

      • Par Mais
      • 15/10/2018
      Responder

      Celira, bom dia!
      A previdência social, o INSS é uma seguradora, onde o trabalhador ao aderir tem direito a vários benefícios, entre eles a aposentadoria vitalicia.
      A informação que te passaram não confere.
      De forma bem resumida as mulheres precisam contribuir por 30 (trinta) anos ou se aposentar com a idade de 60 (sessenta) anos.
      Sugerimos aderir e contribuir desde já!

      Clique no link do “INSS – Perguntas mais frequentes”, pois acreditamos que será útil para você!

      https://www.inss.gov.br/orientacoes/perguntas-frequentes/

    • Paula Andrade Magalhães
    • 17/10/2018
    Responder

    Minha mãe tem cinco anos de contribuição. Paga como dona de casa. Fez inscrição no CRAS nunca recebeu bolsa família. Está separada mas não divorciada do meu pai que é aposentado e ainda trabalha registro. Está correta está contribuição? Ou terá problema caso necessite de auxílio doença? O código de pagamento e 1929

      • Par Mais
      • 18/10/2018
      Responder

      Paula, bom dia!

      Sua mãe está correta em relação ao código de recolhimento das contribuições.

      O código 1929 é de segurados “Facultativos de baixa renda”, inclusive é necessário ela ter mesmo a inscrição no CRAS. Está correto esse procedimento!

      As contribuições válidas realizadas sobre 5% do salário mínimo podem ser utilizadas para os seguintes benefícios:
      – Aposentadoria por idade
      – Aposentadoria por invalidez
      – Auxílio-doença
      – Auxílio-acidente
      – Auxílio-reclusão
      – Salário-maternidade

      Desejamos sucesso!

    • JANAINA
    • 26/10/2018
    Responder

    Gostaria de começar a contribuir para meu filho de 16 anos e qual seria o melhor plano,ele ainda não trabalha,mas quero garantir o futuro dele ….obrigada

    • Caroline
    • 31/10/2018
    Responder

    Bom dia, tenho uma dúvida, eu trabalhei ano passado sem registro e estou pensando em pagar o INSS referente a este ano, porém pagaria com a alíquota de 11%. Pelo que vi e entendi no site do Inss, eu pagando 11% esta contribuição nao contaria para os meus anos pagos para se aposentar (30 se nao me engano). Então você acha vantajoso pagar este valor? Pois se não for para diminuir no meu tempo que terei que contribuir, para que serviria este valor? Muito obrigada