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  • 12/11/2015

Advogada divorciada sonha com imóvel próprio

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imovel proprio

Advogada, divorciada, 30 anos, com renda estável, deseja ter um imóvel próprio e parar de trabalhar para cuidar do planeta.

Confira quais as soluções que a Par Mais deu para a Andrea, para que, com os seus 9 mil reais mensais, possa viver de renda aos 60 anos e poder se dedicar a causas sociais e ambientais, mundo a fora.

 

 A maior vantagem de Andrea é ter um objetivo motivador, a compra do seu imóvel próprio e sua relativa pouca idade, para realizar seu sonho social.

 

Situação atual

  1. Perfil: Andrea, 30 anos de idade, advogada, divorciada, sem filhos;
  2. Renda mensal: R$ 9.000,00 bruta, R$ 7.000,00 líquida (é contratada via CLT), trabalha no mesmo escritório há 6 anos;
  3. Despesas: imagina gastar R$ 4.000,00/mês;
  4. Reside em APT alugado com uma amiga, dividindo as despesas;
  5. Possui reservas financeiras no valor de R$ 50.000,00 (obtidos com a venda do imóvel, ao se divorciar) aplicado em poupança;
  6. Maiores desejos:
    1. Manter uma reserva financeira para não se preocupar com imprevistos, acredita que 3 meses de sua despesa mensal é suficiente (R$ 12.000,00);
    2. Comprar o imóvel próprio aos 35 anos;
    3. Independência financeira: parar de trabalhar como advogada aos 60 anos, mantendo uma renda de R$ 10.000,00/mês proveniente do INSS e do patrimônio acumulado. Ela quer se dedicar a uma ONG e viajar depois dessa idade.

 

Soluções Par Mais:

  • Inicialmente fazer um diagnóstico financeiro, identificando quanto ganha e quanto gasta. Na realidade ela gasta R$ 6.000,00/mês (e não R$ 4.000,00 como imaginava), principalmente com: moradia (R$ 2.000,00/mês), roupas, sapatos e estética (R$1.000,00/mês), restaurantes (R$ 800/mês) e viagens (R$ 12.000,00/ano, ou seja, média de R$ 1.000,00/mês);
  • Em seguida, é necessário dimensionar sua reserva de segurança. Por ser profissional de empresa privada, possuir certa estabilidade, boa empregabilidade e não ter dependentes, sua reserva de segurança seria o equivalente a 6 meses de despesas, ou seja, R$ 36.000,00 (6 x R$ 6.000,00/mês). Este valor deve ser investido em aplicações conservadoras e com liquidez imediata, enquanto o saldo restante da poupança (R$14.000,00) foi direcionado para aplicações que buscam maior rentabilidade, com objetivo de complementar o saldo do FGTS e dar entrada no seu imóvel próprio em 5 anos;
  • O 3º passo é elaborar um plano para que Andrea atinja a independência financeira aos 60 anos, como desejava, apresentando a ela exatamente quanto precisa investir mensalmente e quais as melhores opções para direcionar estes recursos de modo que tenha a melhor rentabilidade, respeitando seu perfil de risco enquanto investidora;
  • Depois disso é preciso ajustar as despesas para que fiquem de acordo com seu plano de independência financeira. Andrea concluirá que é possível reduzir o valor das despesas para R$ 5.000,00/mês, sem perder qualidade de vida. Isso gerará uma capacidade de poupança de R$ 2.000,00/mês, suficiente para atingir o 2 objetivos:
    • Dar entrada no seu imóvel próprio, com 35 anos; e
    • Não depender mais do seu trabalho para viver (Independência Financeira) aos 60 anos.

 

Resultados:

  • Estrutura de rendas e despesas mais bem dimensionada, sem alteração no padrão de vida (ela, inclusive, passou a viver com mais tranquilidade). Além disso, há grandes chances de Andrea aumentar sua renda;
  • Tem uma reserva bem dimensionada, de acordo com sua necessidade;
  • Possui uma estratégia clara para compra e mobília do seu 1º imóvel próprio e aplicará R$ 1.000,00/mês para este objetivo, além de utilizar o saldo do FGTS no futuro;
  • Independência Financeira: por 5 anos aplicará ainda R$ 1.000,00/mês para o objetivo de independência financeira, depois disso, passará a aportar R$ 2.000,00/mês. Com isso irá acumular o patrimônio suficiente aos 60 anos para ter renda vitalícia de R$ 6.000,00, valor que somando à sua renda de INSS (R$ 4.000,00/mês), lhe permitirá ter uma renda de R$ 10.000,00 conforme seu objetivo.

 

Par Mais – 12.11.2015

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