Conversa com a Gestora: Vinland Capital – experiência e credibilidade

  • 30/09/2021
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Escolher ativos para investir não é uma tarefa simples. Afinal de contas, são inúmeras as variáveis envolvidas na escolha de uma boa aplicação. Assim, o mercado conta com diversas gestoras de mercado que fazem esse trabalho pelos clientes de modo a oferecer a melhor seleção possível. Porém, como funciona o processo de escolha desses produtos?

Nesta edição da Conversa com a Gestora – publicação da ParMais voltada para que o público conheça melhor as principais casas de investimento do mercado – falamos com Mohamed Mourabet, membro do comitê executivo e diretor de investimentos – CIO, da Hogan Investimentos, justamente para entender melhor o processo de investimentos.

Estrutura robusta

A companhia foi fundada em março de 2018 e é capitaneada por André Laport, ex-sócio do Goldman Sachs, e James Oliveira, ex-CIO da BTG Pactual Asset Management. “Nossa equipe é, de modo geral, uma mistura de profissionais extremamente qualificados que passaram pelo BTG Pactual ou pelo Goldman e, exatamente por isso, já começamos grandes com uma forte captação de recursos”, conta Marcela Novaes, comercial da Vinland.

Justamente por essa facilidade inicial em trazer recursos, Marcela conta que a casa já começou com uma estrutura mais robusta, tanto em termos de equipe, quanto em sistemas. “Temos sistemas de ponta, de última tecnologia que são os mesmos que grandes casas do mercado usam. Também temos uma equipe bem completa que consegue fazer a melhor gestão de recursos desde o primeiro dia”, relata.

Experiência profissional

Paralelamente, outro destaque positivo da asset fica com a experiência internacional do seu time. “A senioridade da nossa equipe é um diferencial, sem dúvida. Temos muita gente na casa que passou por experiências relevantes fora do Brasil, vivendo diversos momentos importantes e crises do mercado”, pontua Marcela.

Além disso, a executiva destaca outro ponto importante que é o comprometimento financeiro de todos os colaboradores da Vinland. “Aqui, uma parte significativa do bônus de todos os funcionários deve ser alocada, obrigatoriamente, nos fundos da casa. Isso traz um comprometimento muito maior na cabeça de todos na hora de tomar decisões”, diz.

Cenário

Sobre a carteira da casa e a gestão atual, Marcela afirma que a casa está aumentando a sua posição em ações globais e juros globais, mas com uma grande exposição ainda aos juros no Brasil.

“Temos uma cabeça totalmente voltada à proteção de capital e percebemos, atualmente, uma inflação profunda. Esperamos uma subida de juros no Brasil até 9,5% ao ano, com esse ciclo de aperto monetário se encerrando no primeiro trimestre de 2022”, contextualiza Marcela.

A Vinland ainda está bastante atenta à gestão hídrica no Brasil, acompanhando os reservatórios, e também ao cenário eleitoral no próximo ano, o qual ainda segue muito incerto.

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