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DEPOIMENTOS
E CASES

Depoimentos

"Mudamos nossa vida financeira! É um fato!"
Natália e Magno Alves

Cases na área médica

A Par Mais desenvolveu técnicas de controle financeiro específicas para consultórios e clínicas médicas.

Cases

Investimentos

Investir ou comprar imóvel?

Jorge, funcionário público de 42 anos, divorciado. Recebeu uma herança R$100 mil e pensou em quitar o seu financiamento imobiliário. Antes, solicitou uma análise dos nossos especialistas. Ele mora de aluguel e paga R$1.700/mês

Solução Par Mais
Considerando a aquisição de um imóvel de R$ 350.000 e utilizando os R$ 100.000 de entrada, a simulação do financiamento pelo Banco do Brasil com taxa efetiva de 10,44%a.a. (CET 11,18%a.a.) em 360 meses, ficará com a parcela inicial de R$2.824;

Nessas condições, o valor pago no final do contrato será de R$634.000;

Somando o valor dado na entrada e o valor pago no financiamento, Jorge teve um custo total de R$734 mil. Levando em consideração que ele terá o bem no valor de R$350 mil, concluímos que ele teve de despesas R$384.032 para adquirir o imóvel;

Caso ele invista o valor inicial de R$100 mil mais a diferença da parcela do financiamento em relação ao aluguel (R$900 mensais) no Tesouro IPCA+ de vencimento em 2045 com taxa real de 5,93%a.a., terá no período de 30 anos o valor acumulado R$1,330 milhão (Investimento conservador e com um bom retorno);

Considerando que nesse período em que o valor está investido, ele terá o custo total com aluguel de R$612 mil;

Nesse caso, o valor que Jorge terá na aplicação financeira será de R$1,33 milhão e o valor pago com aluguel nesse período é de R$612 mil, tendo assim, um retorno positivo de R$718 mil;

Resultado
Concluímos que a melhor opção para Jorge é investir os recursos, que no período de 30 anos ele terá um valor acumulado (patrimônio) de R$1,33 milhão e mesmo reduzindo as despesas que terá com aluguel neste tempo, ele ainda terá um ganho de R$718 mil.

OBS.: em nenhum dos cálculos foi considerado IPCA, IGPM ou valorização do imóvel. A comparação foi feita com poder de compra atual.

Empresário buscando independência financeira

Casado, 50 anos, com 3 filhos:

  • Renda mensal média: R$17 mil
  • Despesas mensais: R$14 mil
  • Capacidade de poupança mensal: R$3 mil
  • Carteira de investimentos inicial de R$900 mil com rendimento médio anual de 90% do CDI, o que representava aproximadamente 2% a.a. de taxa real
  • O empresário tinha a ideia de se aposentar aos 65 anos e estava preocupado se conseguiria manter o padrão de vida como montante que juntaria neste tempo

Solução Par Mais

Seguindo o cenário dos últimos anos (usando 2% a.a. de taxa real) mostramos que poupando a quantia de R$3 mil mensais e com o investimento inicial de R$ 900 mil ele teria uma renda garantida de aproximadamente R$10 mil mensais garantida dos 65 aos 95 anos.

Analisamos a carteira e identificamos que toda a estratégia estava concentrada em títulos de renda fixa e com uma liquidez exagerada.

Considerando a necessidade do cliente e também seu perfil, montamos uma carteira moderada buscando 135% do CDI, que ao longo do tempo deve superar os 3,8% a.a. de taxa real.

Neste cenário o cliente teria a renda desejada de R$14 mil dos 65 aos 95 anos de vida poupando os mesmos R$3 mil mensais nos próximos 10 anos.

No primeiro ano de mudança de estratégia a carteira rendeu 142% do CDI.

Isto representou um ganho de R$ 38 mil em relação à carteira antiga (de 90% do CDI).

Como aumentar a rentabilidade

Casal próximo a se aposentar, 1 filho cursando faculdade;

Ela: funcionária pública;

Ele: empresário;

Patrimônio total: aproximadamente R$2 milhões;

Investimentos financeiros: R$1,2 milhão;

A empresa dele está passando por um momento de transição, com queda significativa nas receitas. Ela tem renda estável, mas pretende se aposentar nos próximos anos e isso significará uma perda de aproximadamente 20% na renda.

Solução Par Mais
Foram mensurados os objetivos e foi avaliado o perfil de risco, que foi considerado moderado;

Foi indicado fazer o rebalanceamento do patrimônio, repensando especialmente sobre os imóveis que não geram renda;

Com base no perfil de risco foi constituída uma carteira de investimentos que protege o patrimônio da inflação e proporciona uma renda periódica nos próximos anos;

Com base nos produtos disponíveis no momento, foi possível buscar ganho de capital (aumento real do patrimônio), correndo riscos abaixo do que o perfil permitiria e aumentando a rentabilidade;

Um pequeno percentual (excedente) da carteira foi investido em fundos multimercados e ações. O valor investido foi calculado de forma que os possíveis riscos não comprometam o objetivo da família.

Resultado
A avaliação do patrimônio e dos objetivos fez com que se tomasse consciência sobre seu padrão de vida e hábitos de consumo, proporcionando mais liberdade, tranquilidade e segurança para a família.

Como ainda há tempo até a aposentadoria, as rendas dos investimentos, que já estão sendo obtidas, estão sendo reaplicadas, proporcionando aumento do patrimônio e consequentemente maior poder de compra no futuro e maior rentabilidade.

O casal está se familiarizando com os investimentos e conhecendo outras modalidades de aplicação. É provável que isso reflita no aumento da tolerância ao risco em futuras reavaliações do perfil.

Cliente com experiências prévias frustrantes

Casado, 65 anos, com 2 filhos:

  • Renda mensal média: R$ 18 mil
  • Despesas mensais: R$ 20 mil
  • Capacidade de poupança mensal: R$ 0
  • Carteira de investimentos inicial de R$ 1.200.000 todo alocado na poupança

Cliente já aposentado utilizando parte do patrimônio para suas despesas e com perfil bastante conservador. Já fez investimentos mais arriscados anteriormente em ações e fundos cambiais e acabou perdendo 10% do seu investimento. Por este trauma, decidiu manter todo seu patrimônio na poupança.

Solução Par Mais
Mostramos ao cliente que o motivo da perda de capital anteriormente se deu por uma mudança de estratégia muito brusca e sem acompanhamento. Sair de um investimento como o poupança e alocar quase todo o patrimônio em ativos de muito risco não é algo aconselhável, principalmente sem o acompanhamento de especialistas.

Analisando o perfil do cliente montamos uma carteira conservadora, em que o risco aumentaria de forma quase imperceptível, buscando os 115% do CDI, frente aos 88% que a poupança havia rendido no último ano.

A diferença de rendimento anual das carteiras seria de pouco mais de R$ 24 mil ao ano, ou R$ 2 mil mensais, que é exatamente o valor que ele utiliza para complementar a renda.

Vida financeira

Casal estava arriscando seu patrimônio

Um casal com dois filhos.

Eles estavam consumindo o patrimônio para manter o seu padrão de vida.

Entre outros problemas, os imóveis estavam em situação irregular e a empresa da família não estava no regime tributário ideal.

A família possuía imóveis com problemas no processo de registro e a empresa do marido não estava enquadrada no melhor regime de tributação

O plano de saúde não compreendia as necessidades da família, os seguros estavam todos desalinhados e não havia uma estratégia clara de sucessão

O casal também não tinha uma estratégia efetiva para contribuições no INSS e de previdência privada.

A esposa é organizada e o marido não tem controle das finanças. Eles já haviam tentado, diversas vezes, iniciar um trabalho conjunto de controle das despesas, mas sem sucesso;

O imóvel em que moravam era financiado.

Solução Par Mais
Inicialmente foi feito um controle financeiro, no qual foram identificados todos os pontos e despesas que estavam fora do padrão de vida da família;

Foram estabelecidos ajustes e metas de renda para o casal, além de um orçamento já definido para o ano inteiro;

Com a organização, ambos se sentiram mais confortáveis em compartilhar a administração das finanças. Ela ficou encarregada de organizar as informações e controlar os pagamentos das contas, pois tem mais perfil para isso;

Os imóveis tiveram seus processos de registros destravados, com posterior venda. Os seguros foram redimensionados, garantindo uma cobertura mais adequada com menor custo à família. Foi elaborada uma estratégia para o INSS, a fim de garantir o recebimento da aposentadoria pública pelo teto;

Foi identificado que seria possível portar o financiamento do imóvel e diminuir significativamente o custo do financiamento.

A taxa de juros caiu de 12,73%aa para 10,35%aa.

Resultado
O plano de independência financeira da família poderá ser conquistado aos 65 anos do marido – o que seria inviável antes dos ajustes.

A empresa foi enquadrada dentro do regime tributário pertinente e houve a readequação dos investimentos da família, resultando em uma rentabilidade 60% superior à inicial;

Foi gerada uma economia de R$ 36.000,00, somente com os juros do financiamento do imóvel;

A relação do casal com o dinheiro melhorou, e há maior diálogo sobre os assuntos financeiros, o que proporciona um melhor controle de receitas e despesas, e faz com que ambos se esforcem para acompanhar o plano traçado.

Casal com dois filhos preocupados com o patrimônio

A família tinha concentrado o seu patrimônio em imóveis e em investimentos equivocados, que estavam gerando sucessivas perdas financeiras. Procurou a Par Mais para colocar suas finanças em ordem;

Possuíam diversos produtos financeiros, comumente oferecidos pelo banco, em especial seguros, títulos de capitalização e previdência privada, completamente desalinhados às suas necessidades. Em alguns casos, com produtos em excesso, gerando perdas financeiras;

A família não tinha estratégia clara de sucessão e precisava urgente do serviço de Family Office.

Solução Par Mais
Inicialmente foi estabelecido com a família um plano de perpetuação de patrimônio e um plano de ação para reestruturação patrimonial;

Foi criada uma administradora de bens e realizada uma análise de cada imóvel, recomendando a venda daqueles que geravam baixa rentabilidade;

Alguns imóveis estavam com processos de registros parados, sendo que foi dado continuidade para regularizar todos eles;

Foi realizada uma readequação na carteira de investimentos financeiros e criado um fundo exclusivo para o cliente.

Resultado
A família aumentou em 90% a rentabilidade do seu patrimônio. Hoje há uma estratégia clara para perpetuação do patrimônio, sucessão e os objetivos são convergentes com o padrão de vida.

O que fazer com o dinheiro do seguro de vida do meu falecido marido?

Quitar o financiamento ou investir?
Andrea, 31 anos de idade, funcionária pública, viúva, com dois filhos (05 anos e 03 anos)

  • Renda mensal: R$5.500, e tem de despesas: R$3.500/mês;
  • Não possui reserva financeira;
  • Recebeu valor de R$80 mil referente ao seguro de vida do marido e 50% do financiamento do imóvel foi quitado pois havia seguro incluso no contrato;
  • Paga prestação de R$810,00/mês, a taxa de juros (CET – custo efetivo total) do financiamento é de 7,5% a.a.;
  • O saldo devedor do financiamento é de R$70 mil;

Dúvida: quitar o financiamento ou manter o valor investido?

A Solução Par Mais
Reservar R$10 mil do valor recebido do seguro para reserva de segurança, em investimentos com alta liquidez (CDB, por exemplo) – que deve ser incrementada mês a mês, até alcançar uma reserva de segurança de cerca de 6 meses (R$3,5 mil x 6 = R$21 mil).

A partir do momento que se chegar no total sugerido, Andrea pode iniciar outros investimentos com menor liquidez, mas com maior rentabilidade (LCI/LCA, por exemplo).

Para sabermos se vale ou não quitar o financiamento temos que levar em conta a taxa de juros de 7,5%, que é considerada padrão para o cenário atual (Selic está em 6,5%, por exemplo). Percebe-se que é viável encontrar investimentos que garantam mais que os 7,5% do financiamento, embolsando a diferença entre os juros do financiamento e do investimento.

Um exemplo é investir o valor de R$70 mil numa aplicação que garanta uma boa taxa de retorno no período restante do financiamento.

Não temos o número de parcelas restantes, mas, se considerarmos que são parcelas fixas (financiamento pelo sistema Price), haveria aproximadamente 120 meses para pagar o saldo do imóvel. Dessa forma, o título público Tesouro Prefixado com vencimento em 2029 é uma ótima opção, pois tem taxa prefixada próxima de 11,86% a.a. O valor desse investimento ao final dos 120 meses será em torno de R$203 mil (já considerando IR).

Resultado
Não vale a pena quitar o financiamento.

Problemas na clínica e nas finanças domésticas

Casal de médicos, com dois filhos, buscava a independência financeira, mas não conseguia equilibrar as contas e estava consumindo patrimônio para garantir o padrão de vida que levavam;

Possuíam imóveis com problemas de registro e a clínica não estava enquadrada no melhor regime de tributação;


Os seguros estavam todos desalinhados e não havia uma estratégia clara de sucessão;


O casal também não tinha uma estratégia efetiva para contribuições do INSS e previdência privada;


Os dois não misturavam as contas, o que sempre motivava conflitos. Ela é organizada e ele não tem controle das finanças;

Eles já haviam tentado diversas vezes iniciar um trabalho conjunto de controle das despesas, mas sem sucesso. O imóvel em que moravam era financiado.
 
Solução Par Mais
Inicialmente foi feito um controle financeiro da família, identificando todos os pontos de despesa que estavam fora do padrão de vida. Foram estabelecidos ajustes e metas de renda para o casal, além de um orçamento já definido para o ano inteiro. Com a organização ambos se sentiram mais confortáveis em compartilhar a administração das finanças e ela ficou encarregada de organizar as informações e controlar os pagamentos das contas, pois tem mais perfil para isso. Os imóveis tiveram seus processos de registros destravados, com posterior venda. Os seguros foram redimensionados, garantido cobertura adequada e menor custo à família. Foi elaborada uma estratégia para o INSS, visando garantir o teto para o recebimento da aposentadoria pública.

Foi identificado que seria possível portar o financiamento do imóvel e diminuir significativamente o custo do financiamento. A taxa de juros caiu de 12,73% aa para 9,47% aa.
 
Resultado
Plano de independência financeira da família poderá ser conquistado aos 60 anos do marido – o que seria inviável antes dos ajustes;


A clínica foi enquadrada dentro do regime tributário pertinente e readequação dos investimentos da família, com resultado de rentabilidade 60% superior ao inicial;


Economia de aproximadamente R$33 mil somente com juros do financiamento do imóvel.

Como ajudamos uma família endividada

Casal, os 2 funcionários de empresa privada, com 2 filhos;

Renda mensal: R$8,9 mil;

Possuem residência própria, já quitada, no valor de R$220 mil;

Possuem carro no valor de R$62 mil, financiado, faltando 28 parcelas de R$690;

Estão utilizando cheque especial no valor de R$13 mil. Estão utilizando também R$5 mil do rotativo do cartão de crédito e ainda tem R$23 mil de valores parcelados no cartão;

Dívidas, principalmente, devido viagem de férias da família para a Disney.

Solução Par Mais
O casal está pagando em torno de R$500 por mês de juros no cartão de crédito (taxa 10,2% a.m.), e ainda tem R$2,2 mil que vencem mensalmente, referente a compras parceladas. Como eles não conseguem pagar o valor total da fatura, o rotativo vem aumentando todos meses e gerando a conhecida “bola de neve”;

Eles estão pagando em torno de R$1,6 mil de juros e IOF do cheque especial (taxa 12,0% a.m.);

O carro da família não condiz com o padrão de vida e gera um custo alto. O valor para quitar o financiamento antecipadamente é de R$15 mil. Caso eles vendam e quitem o veículo, ainda sobra R$47 mil;

As despesas fixas mensais são de R$6,5 mil, e o restante da renda vai para o pagamento do financiamento, juros e cartão de crédito;

A viagem, que inicialmente tinha um custo de R$20 mil, somando com os juros pagos, ficou um total, em torno de R$30 mil.

Resultado
A recomendação da Par Mais é que o casal venda o veículo, quite o financiamento com R$15 mil, compre outro carro no valor de R$29 mil, e com os R$18 mil que sobra, eles cubram o cheque especial e paguem o rotativo do cartão;

Assim a família consegue honrar todos os compromissos (despesas fixas + fatura do cartão);

Após pagarem as compras parceladas no cartão, é importante que comecem a investir, e com o volume acumulado, programem as próximas férias, para evitar endividamentos.

Recomendação
Além do planejamento financeiro mensal, é extremamente importante ter um planejamento dos custos eventuais como a troca de carro, reforma na casa, viagens, festas, etc

É recomendado que a família faça um orçamento anual com os gastos programados, e mensalmente um valor seja direcionado para investimentos, acumulando, assim, o dinheiro para comprar à vista

Empresas

Instituição de ensino à distância

Faturamento anual de R$9 a R$13 milhões

Planejamento financeiro estratégico

Solução Par Mais
Elaboração do planejamento financeiro estratégico com o OBZ;

Implementação do orçamento base zero, o que gerou uma redução de 14% das despesas administrativas;

Criação e implementação de comitês de controle dos orçamentos e dos investimentos;

No comitê de investimentos foram estabelecidas regras de rentabilidade para aprovação de desenvolvimento de novos projetos, gerando uma economia de R$200 mil/ano;

Implementação da metodologia de bonificação conforme resultados da empresa;

Análise de viabilidade financeira das filiais, que resultou na economia de R$400 mil/ano com o fechamento de unidades não lucrativas.

Empresa na área da saúde I

Faturamento anual de R$6 a R$7 milhões

Reestruturação financeira, administrativa e planejamento financeiro estratégico

Principais soluções
Revisão de rateio de custos com terceiros, o que gerou uma economia de R$50 mil/mês (R$600 mil/ano);

Estruturação do processo de compras e estoque, eliminando o excesso e alinhando com o fluxo de caixa;

Análise dos cargos e salários, aumentando a eficiência da equipe e reduzindo os passivos trabalhistas;

Implementação de procedimentos e controles financeiros e criação da cultura de acompanhamento dos resultados;

Levantamento da capacidade ociosa da produção, correspondente a 20% das despesas mensais, e identificação de oportunidade de receita em R$70 mil/mês (R$840 mil/ano).

Cartório de Registro de Imóveis

Faturamento anual de R$40 a R$45 milhões

Reestruturação operacional, financeira e administrativa

Solução Par Mais
Redução no quadro de funcionários mantendo a qualidade da operação. Essa medida gerou 20% de economia (R$6 milhões);

Implementação do orçamento base zero com redução de 10% das despesas administrativas;

Eliminação de passivos trabalhistas e tributários com implementação de rotinas contábeis, financeiras e de RH;

Reestruturação e quitação das dívidas eliminado as despesas financeiras;

Análise e implementação de ERP;

Mapeamento dos processos com aumento da produtividade da equipe.

Empresa na área da saúde II

Faturamento anual de R$4 a R$6 milhões

Reestruturação financeira, administrativa e planejamento financeiro estratégico

Principais soluções
Revisão e organização do quadro de funcionários, resultando na otimização da equipe e redução de passivos trabalhistas;

Redução de 30% das despesas em um período de nove meses, representando R$20 mil/mês (R$240 mil/ano), com a implementação do OBZ;

Redução de 60% da dívida bancária e renegociação da dívida. Substituiu-se a utilização de linhas de crédito com altos juros por linhas de crédito com garantias, o que refletiu na redução de 73% do pagamento de juros;

Estruturação do setor administrativo/financeiro, com a implementação de processos que impactaram na normalização do fluxo de caixa e na oferta de relatórios gerencias para dar suporte nas decisões estratégicas dos dirigentes;

Normalização dos pagamentos de impostos e redução dos passivos tributários;

Reestruturação do modelo de negócio, o que gerou receitas recorrentes em espaços anteriormente ociosos.

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