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  • 20/03/2013

Investimentos do Brasil nos juros baixos

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Investimentos no Brasil dos juros baixos

Depois de muito tempo sendo almejado especialmente por empresários, o Brasil finalmente realizou no último ano um processo de redução da taxa de juros. Isso trouxe muitas vantagens, especialmente para quem precisa tomar dinheiro emprestado para por em prática seus projetos. Mas o rendimento dos investimentos nunca foi tão baixo.

O brasileiro está acostumado com investimentos tradicionais, normalmente disponíveis no banco em que tem relacionamento. A maioria utiliza caderneta de poupança e fundos com rentabilidade atrelada ao CDI. Com a taxa de juros em patamares elevados, os investidores viam seu dinheiro crescer, sem muito esforço ou grandes oscilações.

Entretanto, com a queda da taxa de juros a rentabilidade de investimentos tradicionais deixou a desejar. Muitos ficaram, inclusive, abaixo da inflação. Como o cenário de juros altos ficou para trás, as tradicionais modalidades conservadoras perderam espaço para as de maior risco na preferência dos investidores. Obrigatoriamente, quem quiser ganhar mais vai ter de assumir risco.

Assim se destacam os fundos multimercados que, diferente dos investimentos tradicionais, podem investir de várias formas, optando pela melhor estratégia de acordo com o panorama econômico. Os multimercados conseguem jogar no que é mais vantajoso no momento, tornando-se alternativas interessantes em cenários econômicos incertos ou com poucas opções rentáveis.

Apesar de mais arriscados, os multimercados podem fazer operações protegidas, criando e mantendo limites de perda bem definidos. São esses limites que determinam a rentabilidade dos fundos: quem assume mais risco normalmente vai obter melhores retornos. Mas, por não renderem de maneira linear, o investidor deve estar preparado para oscilações ao longo do tempo.

Portanto, o investidor deve conhecer muito bem o próprio perfil, os objetivos e o horizonte de tempo dos investimentos. Isso é muito importante para evitar desconforto e resgates na hora errada. O segundo desafio é escolher bons gestores, que não estão em bancos. Apesar de normalmente iniciarem a carreira em banco, os gestores que se destacam optam por gerir seus próprios fundos.

Como isto exige conhecimento e tempo, o ideal é o aconselhamento de um profissional especializado, credenciado para o exercício da função de consultor e que atue de forma isenta, sem vínculo com instituições financeiras. A atuação desses profissionais é muito comum em mercados mais maduros e, sem dúvidas, o ganho de rentabilidade com o investimento dos recursos da forma correta vai pagar com folga a contratação desse profissional.

Investimentos no Brasil dos juros baixos por Alexandre Amorim – 20.03.2013

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