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  • 21/07/2019

Estações Young – Em finanças pessoais, somos nosso maior inimigo

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Quem nunca reclamou que não ganha o suficiente, que não consegue poupar ou que é difícil conquistar os sonhos financeiros? Não que a vida esteja fácil mas, quando se trata de finanças pessoais, geralmente somos nós mesmos os nossos maiores inimigos.

Sempre que usamos a emoção ao invés da razão para tratar dos assuntos financeiros, acabamos nos autossabotando. Isso pode acontecer quando não valorizamos os pequenos gastos, quando compramos por impulso, quando caímos nos “efeitos manadas” ou quando simplesmente não enxergamos que sai muito caro entrar no cheque especial.

E, normalmente, um pouco de organização financeira e mudança de pequenos hábitos podem fazer muita diferença. Não confie na ‘contabilidade mental’ para saber para onde vai o seu dinheiro. Tenha um controle para saber exatamente como está gastando o seu dinheiro.

Hoje, com toda a tecnologia existente, diversas ferramentas e aplicativos podem nos ajudar com essa missão, mas, se não quiser ou não tiver confiança nos aplicativos, use uma planilha ou até mesmo o bom e velho caderninho de anotações.

E tão importante quanto anotar os gastos é fazer uma pequena análise no fim do mês, classificando os gastos por categorias. Dessa forma é possível enxergar se estamos gastando realmente com o que nos dá prazer e também onde podemos ‘fechar a torneira’. Demanda tempo, mas o resultado é sempre compensador. Outra dica interessante é separar as despesas em rotineiras e eventuais. Rotineiras são as despesas do dia a dia, que sempre se repetem e eventuais são as que ocorrem de vez em quando (como viagens, reformas, trocas de carro e compras de objeto de luxo). Normalmente as eventuais são as despesas esquecidas e justamente as que consomem nossas economias.

Outra dica interessante é criar o hábito de poupar. Quem já não ouviu pessoas fazendo prestações e financiamentos para ‘se obrigar’ a poupar? Se dá pra pagar a prestação é porque é possível guardar dinheiro.

Experimente reservar um valor para investimentos no seu orçamento doméstico. Fica mais fácil ainda quando traçamos objetivos – seja a compra de um carro, uma viagem ou até mesmo a sua independência financeira. Mais uma vez a tecnologia está nos ajudando e muitos sites e aplicativos nos ajudam a fazer essas contas.

Quando começamos a pensar e analisar os nossos gastos acabamos agindo mais com a razão do que com a emoção. Cuide da sua vida financeira da mesma forma que cuida da sua saúde, do corpo e da mente. Dessa forma o dinheiro vai se tornar seu aliado na conquista dos seus objetivos.


Confira a matéria na íntegra: https://www.estacoesyoung.com.br/alexandre-amorim

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