Carteira de investimentos: como deve ser composta?

  • 17/07/2013

Carteira de Investimentos

Carteira de investimentos: como deve ser composta?

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A pergunta “Qual é o melhor investimento” é frequente, e certamente ninguém sabe a resposta. A verdade é que você precisa procurar o melhor investimento para o seu caso, e quanto mais dinheiro você possuir disponível para aplicar, melhor serão as suas opções.

Imaginando que você tenha 500 mil reais para investir, a Exame.com supôs alguns cenários e perguntou a especialistas qual seria a melhor composição para a sua carteira de investimentos e o que deve ser priorizado.

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Reserva de segurança:

Caso você ainda não tenha uma reserva de segurança, a primeira coisa a fazer é ter uma. Ela serve para garantir o seu padrão de vida caso você tenha alguma emergência. Nessa reserva você deve ter pelo menos 6 meses da sua renda mensal, mas se a sua renda for variável o ideal é ter o equivalente a um ano guardado.

Assa deve estar aplicada em um produto com alta liquidez e estável a curto prazo.

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Imóvel próprio

Segundo Annalisa Dal Zotto, CFP®, “A compra do imóvel pode não ser a melhor recomendação financeira, mas é algo que dá segurança às famílias”.

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Risco:

Na situação econômica atual nos vemos cada vez mais tentados a tomar risco para obter um bom retorno nos investimentos, mas a decisão de tomar mais ou menos risco deve depender do seu perfil.

Veja então em quais situações é melhor tomar menos risco:

– Se o seu perfil é muito conservador; você não deve se sentir consideravelmente desconfortável com o risco;

– Se você for utilizar o dinheiro no curto prazo;

– Tiver uma renda variável sem reserva de segurança;

– Se você precisar sustentar filhos pequenos, o ideal é prezar mais pela segurança;

– Se a sua família tiver um provedor de renda único e este não possuir seguro de vida;

– Se a sua aposentadoria estiver próxima.

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Jovens podem tomar mais risco:

Para aqueles que ainda estão longe da aposentadoria, tomar mais risco pode ser muito bom (desde que esse não se encaixe em alguma das situações citadas acima).  “Essa pessoa pode buscar uma rentabilidade de 8% ao ano mais inflação pelo IPCA, e pode apimentar um pouco a carteira”, diz Annalisa. Para ela, mesmo pessoas nas faixa dos 40, 50 anos podem tomar mais risco, desde que ainda tenham um horizonte de 15 anos para a independência financeira.

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Menos risco para quem está mais perto da aposentadoria

Annalisa Blando Dal Zotto caracteriza a carteira dessa fase da vida como “light”. “É carteira para ganhar algo como 140% do CDI, no máximo. O patrimônio deve ser protegido, mas ainda dá para ganhar um dinheirinho”, diz a CFP.

Leia a matéria na íntegra.

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Carteira de investimentos: como deve ser composta? por Annalisa Blando Dal Zotto – 11.07.2013

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