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  • 26/02/2014

Juros Compostos: mágica e rentabilidade

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juros compostos

Buscar conhecer todos os detalhes de seus investimentos pode fazer toda a diferença na rentabilidade, principalmente quando se tem o tempo a favor.

Exemplo com Juros Compostos:

Imagine que seu avô tenha feito no passado uma aplicação de R$ 1.000 e em seu testamento tenha imposto a condição que este investimento só poderia ser resgatado por você quando a aplicação completasse 100 anos. Conforme demonstra a tabela abaixo, pequenas diferenças nas taxas de juros recebidas, ao longo do tempo se transformam em gigantescas diferenças na acumulação do patrimônio.

Taxa anual Valor aplicado Em 10 anos Em 100 anos
2% R$ 1.000,00 R$ 1.219,00 R$ 7.244,64
4% R$ 1.000,00 R$ 1.480,24 R$ 50.500,94
6% R$ 1.000,00 R$ 1.790,95 R$ 339.302,08
8% R$ 1.000,00 R$ 2.158,92 R$ 2.199.761,25

Esta disparidade absurda de valores se dá por conta da diferença da taxa de juros obtida, neste caso de 2% e 8% ao ano, pelo longo período de 100 anos. Albert Einstein dizia que “os juros compostos são a força mais poderosa do universo e a maior invenção da humanidade, porque permite uma confiável e sistemática acumulação de riqueza”.

Quando descobri a incrível “mágica dos juros compostos entendi que poderia obter resultados muito melhores se soubesse onde investir nossos recursos duramente poupados, e foi por conta desta descoberta que comecei minha busca por aprendizado na área e acabei me tornando planejadora financeira especialista no assunto.

Uma recente pesquisa americana comprovou que pessoas que aplicaram seus recursos com orientação de profissionais tiveram rendimentos médios de 1,32% ao ano a mais do que aqueles que não tiveram assessoria especializada. Pode parecer pouco, mas esta diferença ao longo de 30 anos dá quase 50% a mais de rentabilidade nos investimentos do que aqueles que fizeram suas aplicações sozinhos.

Esta assessoria especializada você não vai encontrar no gerente de sua conta corrente pelo simples fato dele trabalhar para o banco e não para você. A obrigação dele é gerar lucro para o banco e, muitas vezes, ele tem metas a cumprir vinculadas à própria remuneração, portanto, é lógico que ele não é a pessoa indicada para buscar a melhor solução para você.

Vemos com frequência altas taxas de carregamento e de administração nos produtos oferecidos pelos grandes bancos e, mesmo que você não seja um especialista e tampouco tenha um assessor para lhe auxiliar, sempre peça todas as informações e leia o regulamento de qualquer produto financeiro antes de adquiri-lo.

Com ou sem assessoria, o importante é buscar as melhores soluções disponíveis no mercado que atendam sua necessidade, porque qualquer pequena diferença poderá significar seu conforto ou desconforto futuro!

Revista Clube do Champanhe

Juros Compostos: mágica e rentabilidade por Annalisa Dal Zotto em Clube do Champagne, nº 23 – 26.02.2014

Onde você está, aonde quer chegar?

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Comentário(s): 2

       
  1. Quando você fala que investindo com assessoria a rentabilidade chega a 50% a mais em relação àquele que investe sozinho qual a fonte??

    1. Ricardo,bom dia!
      Para o investimento com assessoria, utilizamos nos cálculos do período de acumulação o rendimento de uma carteira de clientes da Par Mais, com nível de risco intermediário (em uma escala de 1 a 5, nível 3).
      Para a simulação de investir sozinho, considerando que na maioria dos casos as pessoas que investem sozinhas estão com o dinheiro aplicado na poupança, ou em fundos de investimentos conservadores dos grandes bancos e que nesse caso, o rendimento real (acima da inflação) varia de 0,53% ao ano (poupança) até 1% ao ano. Decidimos usar a taxa de 1,5% ao ano (ou seja, acima da média).
      Permanecemos à disposição.

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