Cases

Veja como ajudamos uma família endividada.

Muitas vezes realizamos despesas sem planejar e quando percebemos entramos na bola de neve das dívidas.

Separamos, para você, este guia de “Soluções Par Mais” que descreve como orientamos uma família com 2 filhos, que estava usando o limite do cheque especial e tinha uma dívida de R$ 23 mil no cartão de crédito.

CLIQUE E VEJA - COMO AJUDAMOS UMA FAMÍLIA ENDIVIDADA

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O Caso:

Perfil: casal, os dois funcionários de empresa privada, com 02 filhos; Renda mensal: R$ 8.900; Possuem residência própria, já quitada, no valor de R$ 220.000; Possuem carro no valor de R$ 62.000, financiado, faltando 28 parcelas de R$ 690; Estão utilizando cheque especial no valor de R$ 13.000 Estão utilizando também R$ 5.000 do rotativo do cartão de crédito e ainda tem R$ 23.000 de valores parcelados no cartão. Dívidas, principalmente, devido viagem de férias da família para a Disney.

A Solução Par Mais

O casal está pagando em torno de R$ 1.000 por mês de juros no cartão de crédito (taxa 18,5% a.m.), e ainda tem R$ 2.200 que vencem mensalmente, referente a compras parceladas. Como eles não conseguem pagar o valor total da fatura, o rotativo vem aumentando todos meses e gerando a conhecida “bola de neve”; Eles estão pagando em torno de R$ 1.500 de juros e IOF do cheque especial (taxa 11,5% a.m.); O carro da família não condiz com o padrão de vida e gera um custo alto. O valor para quitar o financiamento antecipadamente é de R$ 15.000. Caso eles vendam e quitem o veículo, ainda sobra R$ 47.000; As despesas fixas mensais são de R$ 6.500, e o restante da renda vai para o pagamento do financiamento, juros e cartão de crédito; A viagem, que inicialmente tinha um custo de R$ 20.000, somando com os juros pagos, ficou um total, em torno de R$ 30.000.

O Resultado:

A recomendação da Par Mais é que o casal venda o veículo, quite o financiamento com R$ 15.000, compre outro carro no valor de R$ 29.000, e com os R$ 18.000 que sobra, eles cubram o cheque especial e paguem o rotativo do cartão. Assim a família consegue honrar todos os compromissos (despesas fixas + fatura do cartão); Após pagarem as compras parceladas no cartão, é importante que comecem a investir, e com o volume acumulado, programem as próximas férias, para evitar endividamentos.

Recomendação:

Além do planejamento financeiro mensal, é extremamente importante ter um planejamento dos custos eventuais como a troca de carro, reforma na casa, viagens, festas, etc. É recomendado que a família faça um orçamento anual com os gastos programados, e mensalmente um valor seja direcionado para investimentos, acumulando, assim, o dinheiro para comprar à vista.

Nossa equipe de especialistas sempre é procurada pelos nossos clientes para sugerir soluções, tirar dúvidas e passar dicas. Veja outras Soluções Par Mais, e descubra se alguma delas atende você.

Casal estava arriscando seu patrimônio

Veja a história desta família que estava consumindo o seu patrimônio porque gastava mais do que podia. Esse é um problema que muitas famílias brasileiras passam!

Aqui, nas “Soluções Par Mais” mostramos como orientamos uma família que estava com as finanças desequilibradas, gastando mais do que ganhavam para manter um padrão de vida desalinhado ao seu perfil.

CLIQUE E VEJA - COMO PARAR DE GASTAR MAIS DO QUE GANHA?

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O Caso:

Um casal com dois filhos. Eles estavam consumindo o patrimônio para manter o seu padrão de vida. Entre outros problemas, os imóveis estavam em situação irregular e a empresa da família não estava no regime tributário ideal. Veja como a Par Mais ajudou essa família:

O casal buscava a independência financeira, mas não conseguia equilibrar as contas e estava consumindo patrimônio para garantir o padrão de vida que levavam;
A família possuía imóveis com problemas no processo de registro e a empresa do marido não estava enquadrada no melhor regime de tributação;
O plano de saúde não compreendia as necessidades da família, os seguros estavam todos desalinhados e não havia uma estratégia clara de sucessão;
O casal também não tinha uma estratégia efetiva para contribuições no INSS e de previdência privada. Os dois não misturavam as contas, o que sempre motivava conflitos;
Ela é organizada e ele não tem controle das finanças. Eles já haviam tentado, diversas vezes, iniciar um trabalho conjunto de controle das despesas, mas sem sucesso;
O imóvel em que moravam era financiado.

A Solução Par Mais

Inicialmente foi feito um controle financeiro, no qual foram identificados todos os pontos e despesas que estavam fora do padrão de vida da família;
Foram estabelecidos ajustes e metas de renda para o casal, além de um orçamento já definido para o ano inteiro;
Com a organização, ambos se sentiram mais confortáveis em compartilhar a administração das finanças. Ela ficou encarregada de organizar as informações e controlar os pagamentos das contas, pois tem mais perfil para isso;
Os imóveis tiveram seus processos de registros destravados, com posterior venda. Os seguros foram redimensionados, garantindo uma cobertura mais adequada com menor custo à família. Foi elaborada uma estratégia para o INSS, a fim de garantir o  recebimento da aposentadoria pública pelo teto;
Foi identificado que seria possível portar o financiamento do imóvel e diminuir significativamente o custo do financiamento. A taxa de juros caiu de 12,73%aa para 10,35%aa.

O Resultado:

O plano de independência financeira da família poderá ser conquistado aos 65 anos do marido – o que seria inviável antes dos ajustes. A empresa foi enquadrada dentro do regime tributário pertinente e houve a readequação dos investimentos da família, resultando em uma rentabilidade 60% superior à inicial;
Foi gerada uma economia de R$ 36.000,00, somente com os juros do financiamento do imóvel;
A relação do casal com o dinheiro melhorou, e há maior diálogo sobre os assuntos financeiros, o que proporciona um melhor controle de receitas e despesas, e faz com que ambos se esforcem para acompanhar o plano traçado;

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Problemas na clínica e nas finanças domésticas

Conheça a história deste casal de médicos que, além de ter a clínica no sistema tributário errado, seus imóveis estavam com problemas de registro, possuíam produtos financeiros desalinhados e ainda não tinham feito nada para construir um futuro seguro e rentável.

CLIQUE E VEJA - SUA EMPRESA E SUAS FINANÇAS ESTÃO BAGUNÇADAS?

O Caso:

Casal de médicos, com dois filhos, buscava a independência financeira, mas não conseguia equilibrar as contas e estava consumindo patrimônio para garantir o padrão de vida que levavam.

Possuíam imóveis com problemas de registro e a clínica não estava enquadrada no melhor regime de tributação;
Os seguros estavam todos desalinhados e não havia uma estratégia clara de sucessão;
O casal também não tinha uma estratégia efetiva para contribuições do INSS e previdência privada;
Os dois não misturavam as contas, o que sempre motivava conflitos. Ela é organizada e ele não tem controle das finanças. Eles já haviam tentado diversas vezes iniciar um trabalho conjunto de controle das despesas, mas sem sucesso.O imóvel em que moravam era financiado.

A Solução Par Mais

Inicialmente foi feito um controle financeiro da família, identificando todos os pontos de despesa que estavam fora do padrão de vida. Foram estabelecidos ajustes e metas de renda para o casal, além de um orçamento já definido para o ano inteiro. Com a organização ambos se sentiram mais confortáveis em compartilhar a administração das finanças e ela ficou encarregada de organizar as informações e controlar os pagamentos das contas, pois tem mais perfil para isso. Os imóveis tiveram seus processos de registros destravados, com posterior venda. Os seguros foram redimensionados, garantido cobertura adequada e menor custo à família. Foi elaborada uma estratégia para o INSS, visando garantir o teto para o recebimento da aposentadoria pública.

Foi identificado que seria possível portar o financiamento do imóvel e diminuir significativamente o custo do financiamento. A taxa de juros caiu de 12,73%aa para 10,35%aa.

O Resultado:

Plano de independência financeira da família poderá ser conquistado aos 60 anos do marido – o que seria inviável antes dos ajustes;
A clínica foi enquadrada dentro do regime tributário pertinente e readequação dos investimentos da família, com resultado de rentabilidade 60% superior ao inicial;
Economia de R$ 36.000,00 somente com juros do financiamento do imóvel.

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Como aumentar a rentabilidade

Confira a história deste casal, com filho universitário, e que queria aumentar a rentabilidade dos investimentos, se proteger da inflação e manter o atual padrão de vida no futuro.

CLIQUE E VEJA - SEU INVESTIMENTO ESTÁ ALINHADO?

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O Caso:

Casal, com filho universitário;
Como aumentar a rentabilidade dos investimentos, se proteger da inflação e manter o atual padrão de vida no futuro.

Casal próximo a se aposentar, 1 filho cursando faculdade;
Ela: funcionária pública | Ele: empresário;
Patrimônio total: aproximadamente R$ 2 milhões;
Investimentos financeiros: R$ 1,2 milhão;
Uma parte do patrimônio foi decorrente de herança.

Situação atual:

A empresa dele está passando por um momento de transição, com queda significativa nas receitas. Ela tem renda estável, mas pretende se aposentar nos próximos anos e isso significará uma perda de aproximadamente 20% na renda.

Como era?

Possuíam patrimônio em imóveis e investimentos financeiros;
Os imóveis eram terrenos (que não gera receita, apenas despesas) e um apartamento (que gera receita). O casal não acredita no potencial de valorização dos terrenos nos próximos anos;
Os recursos financeiros estavam divididos em fundos de renda fixa, previdência privada, poupança e LCA.

Objetivos

1. Aumentar a rentabilidade do patrimônio, especialmente protegendo da alta recente da inflação;
2. Gerar renda complementar de forma a manter o padrão de vida atual no futuro.

A Solução Par Mais

Foram mensurados os objetivos e foi avaliado o perfil de risco, que foi considerado moderado;
Foi indicado fazer o rebalanceamento do patrimônio, repensando especialmente sobre os imóveis que não geram renda;
Com base no perfil de risco foi constituída uma carteira de investimentos que protege o patrimônio da inflação e proporciona uma renda periódica nos próximos anos;
Com base nos produtos disponíveis no momento, foi possível buscar ganho de capital (aumento real do patrimônio), correndo riscos abaixo do que o perfil permitiria e aumentando a rentabilidade;
Um pequeno percentual (excedente) da carteira foi investido em fundos multimercados e ações. O valor investido foi calculado de forma que os possíveis riscos não comprometam o objetivo da família.

O Resultado:

A avaliação do patrimônio e dos objetivos fez com que se tomasse consciência sobre seu padrão de vida e hábitos de consumo, proporcionando mais liberdade, tranquilidade e segurança para a família;
Como ainda há tempo até a aposentadoria, as rendas dos investimentos, que já estão sendo obtidas, estão sendo reaplicadas, proporcionando aumento do patrimônio e consequentemente maior poder de compra no futuro e maior rentabilidade;
O casal está se familiarizando com os investimentos e conhecendo outras modalidades de aplicação. É provável que isso reflita no aumento da tolerância ao risco em futuras reavaliações do perfil.

Nossa equipe de especialistas é sempre acionada pelos nossos clientes para sugerir soluções, tirar dúvidas e passar dicas. Confira outras Soluções Par Mais, quem sabe alguma delas atende a você.

Casal com dois filhos preocupados com o patrimônio

Conheça a história desta família que tinha concentrado o seu patrimônio em imóveis e em investimentos não alinhados aos seus objetivos, que estavam gerando sucessivas perdas financeiras.

CLIQUE E VEJA - COMO MANTER O SEU PATRIMÔNIO?

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O Caso:

A família tinha concentrado o seu patrimônio em imóveis e em investimentos equivocados, que estavam gerando sucessivas perdas financeiras. Procurou a Par Mais para colocar suas finanças em ordem.

Como era?

Família com patrimônio concentrado em imóveis, todos locados na pessoa física e administrados por um escritório que não tinha know how no assunto;
Eles possuíam diversos produtos financeiros, comumente oferecidos pelo banco, em especial seguros, títulos de capitalização e previdência privada, completamente desalinhados às suas necessidades. Em alguns casos, com produtos em excesso, gerando perdas financeiras;
A família não tinha estratégia clara de sucessão e precisava urgente do serviço de Family Office.

A Solução Par Mais

Inicialmente foi estabelecido com a família um plano de perpetuação de patrimônio e um plano de ação para reestruturação patrimonial;
Foi criada uma administradora de bens e realizada uma análise de cada imóvel, recomendando a venda daqueles que geravam baixa rentabilidade;
Alguns imóveis estavam com processos de registros parados, sendo que foi dado continuidade para regularizar todos eles;
Foi realizada uma readequação na carteira de investimentos financeiros e criado um fundo exclusivo para o cliente.

O Resultado:

A família aumentou em 90% a rentabilidade do seu patrimônio. Hoje há uma estratégia clara para perpetuação do patrimônio, sucessão e os objetivos são convergentes com o padrão de vida.

Nossa equipe de especialistas é sempre acionada pelos nossos clientes para sugerir soluções, tirar dúvidas e passar dicas. Confira outras Soluções Par Mais, quem sabe alguma delas atende a você.

Empreender com segurança

Confira a história de Marcelo que, após 10 anos na mesma empresa, foi demitido. Ele queria iniciar essa nova fase empreendendo no ramo alimentício, mas solicitou a ajuda dos nossos especialistas, pois queria ter segurança do que estava fazendo.

CLIQUE E VEJA - DE EMPREGADO À EMPREENDEDOR!

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O Caso:

Perfil: Marcelo, 31 anos de idade, solteiro, administrador; Empregado com carteira assinada por 10 anos e recentemente demitido. Gostaria de empreender no ramo alimentício (lanches e almoços rápidos); Recebeu o valor de R$ 180.000,00 referente a rescisão e FGTS; Despesas Pessoais (mensais): R$ 5.600,00 (incluindo financiamento do carro); Investimento previsto inicial de R$ 68.000,00; Despesas fixas do negócio: R$ 5.500,00 (sem considerar os custos variáveis); Receita prevista com a venda de 30 almoços por dia, por 20 dias úteis no mês no valor de R$26,00 cada, totalizando R$ 15.600,00;

Dúvida:

O que a Par Mais acha desse empreendimento? Marcelo quer empreender com segurança.

A Solução Par Mais

Simulando o retorno do empreendimento com a venda de 30 refeições/dia, num período de 2 anos, a taxa de retorno deste empreendimento seria positiva de 14% ao ano. O lucro seria de R$ 10.100/mês porém, não foram considerados os custos de insumos necessários para os próximos meses. Assim, o investidor corre o risco de consumir sua reserva de segurança para arcar com suas despesas mensais pessoais e com os custos variáveis da empresa; Fazendo a simulação do mesmo cenário (2 anos), porém investindo o valor inicial (68 mil) aplicado num investimento de baixo risco (por exemplo, tesouro nacional) poderia retornar cerca de 16% ao ano; O empreendimento teria um payback de 8 meses, isto é, depois de 8 meses já começaria a dar lucro sobre o capital investido; Caso o cliente opte por não abrir o negócio e investir os 68 mil, em um investimento conservador (12,5% a.a.), teria ao fim de 5 anos R$ 122.963,00 acumulados; Por fim, e talvez o mais importante de tudo, Marcelo achava que ao utilizar o imóvel da família não teria o custo do aluguel, mas não levava em consideração que se o imóvel estivesse disponível e fosse alugado, isso aumentaria sua receita mensal! Incluindo o valor líquido do aluguel na conta o empreendimento ficou ainda menos atrativo.

O Resultado:

Comparando o Empreendimento x Investimento, o risco do empreendimento não vale a pena considerando o custo oportunidade. Caso o cliente decida investir os R$ 180.000 em um investimento livre de risco, poderia consumir sua reserva com as despesas pessoais por 3 anos e meio. O ideal seria utilizar parte desta reserva de segurança durante este período de transição de carreira e definir um empreendimento que possui melhores perspectivas de retorno e menos risco.

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Reduzir o ritmo de trabalho aos 60

Conheça a história da Chef Malu, 41 anos, casada, mãe de 3 filhos, que queria diminuir o ritmo de trabalho aos 60 anos, mas não sabia como fazer.

CLIQUE E VEJA - VIVER DE RENDA, É POSSÍVEL?

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Banqueteira, 41 anos, casada, mãe de 3 filhos, busca se planejar para poder diminuir o ritmo de trabalho aos 60 anos. Desde que montou sua empresa de banquetes (na sua casa), há 3 anos, não pagou mais INSS. Ela gostaria de viver com uma renda de 10 mil reais por mês.

Como fazer para diminuir o ritmo de trabalho quando tiver 60 anos?

Situação atual:

Perfil: Maria Lúcia, 41 anos, banqueteira, casada, 3 filhos;
Renda mensal: R$ 8.000,00 líquido, em média. Montou negócio próprio há 3 anos;
Despesas fixas: R$ 6.700,00;
Reside em imóvel próprio, com financiamento em que usou o FGTS, restando 15 anos para quitação;
Possui reservas financeiras de R$ 6.000,00, aplicado em poupança;
Patrimônio: há 2 anos recebeu um imóvel na praia (avaliado em R$ 500 mil), onde usa em média 10 dias por ano, e um apartamento (avaliado em R$ 300 mil) que hoje é alugado por R$ 1 mil/mês;
Desejo: manter uma reserva financeira para não se preocupar com imprevistos. Acredita que 3 meses de sua despesa mensal é suficiente (R$ 20.100,00);

Dúvida:

Quitar ou manter financiamento?

A Solução Par Mais

No diagnóstico financeiro inicial foi verificado que as receitas e despesas da família estão dentro da expectativa calculada pela família;
O segundo passo foi dimensionar a reserva de segurança. Maria Lúcia não é a única provedora da casa e já possui um bom nome no mercado em que atua, mas parte de suas despesas é utilizada para pagar os estudos dos filhos, sendo assim, para o cálculo de reserva, consideramos um prazo de 6 meses das despesas (R$ 40.200,00). Este valor deverá ser aplicado em ativos de alta liquidez e baixa volatilidade, disponível sempre que necessário;
No terceiro passo elaboramos um plano para que Maria Lúcia, aos 60 anos, possa reduzir o ritmo de trabalho como deseja.

Na avaliação dos dois imóveis tivemos duas constatações:

A família não possui necessidade da casa na praia, é pouco utilizada e ainda lhes gera despesas anuais de R$ 3.600,00 (R$ 300,00/mês). Recomendamos a venda do imóvel, investir o dinheiro e alugar uma outra casa na praia quando desejarem;
O apartamento, hoje alugado à taxa de 0,33%a.m., pode ser vendido para buscar rentabilidade nas NTNB com cupom de 0,53%a.m. (IPCA + 6,5%a.a.), gerando uma renda mensal de R$ 575,00 a mais do que o aluguel.

INSS

Sobre o INSS, nossa recomendação foi que a Chef Malu passe a contribuir no teto, isso aumentaria suas despesas em R$ 506,00 (11% x R$ 4.600,00) mas lhe garantiria uma renda de R$ 4.000,00 no futuro, por conta dos 14 anos anteriores que também contribuiu. Este valor seria pago com o aumento da renda por conta da aplicação em NTNB. Sendo assim, Maria Lúcia buscaria R$ 6.000,00 para complementar, e totalizar os R$ 10.000,00 que deseja receber no futuro.

O Resultado:

A venda dos dois imóveis lhe dará um saldo inicial de R$ 806.000,00 para o cálculo de independência financeira, o que já garantiria a reserva de segurança. Como sua capacidade de poupança aumentou para R$ 1.669,00 (economia da casa de praia + aplicação NTNB), Maria Lúcia poderia aumentar o padrão de vida da família ou até mesmo reduzir o ritmo de trabalho antes dos 60 anos!

Seguem os cenários

Cenário 1: caso a Chef Malu queira aumentar o padrão de vida da família, uma carteira que rentabilize 4% a.a. acima da inflação, fará com que não seja necessário aportar mensalmente, todo o extra de R$ 1.669,00 mensal poderá ser utilizado pela família e ainda assim ela poderá diminuir o ritmo de trabalho aos 60 anos;

Cenário 2: se Maria Lúcia tiver a mesma carteira de IPCA + 4% a.a. e realizar aportes mensais de R$ 1.669,00, será possível antecipar seu objetivo em 5 anos, podendo diminuir o ritmo de trabalho aos 55 anos de idade.

Independentemente de qual cenário nossa Chef escolher, Maria Lúcia está muito contente com o resultado do planejamento e já pode se programar para o futuro.

Nossa equipe de especialistas é sempre acionada pelos nossos clientes para sugerir soluções, tirar dúvidas e passar dicas. Confira outras Soluções Par Mais, quem sabe alguma delas atende a você.

O que fazer com o dinheiro do seguro de vida do meu falecido marido?

Confira o que sugerimos para essa jovem mãe que, agora sozinha, tem que cuidar de filhos tão pequenos e ainda manter as finanças da sua família em ordem.

CLIQUE E VEJA - O QUE FAZER COM O DINHEIRO DO SEGURO DE VIDA DO MEU FALECIDO MARIDO?
Par Mais Blog - Soluções Par Mais - Viuva com 2 filhos Andrea, viúva, com 2 filhos, recebeu o seguro de vida do seu marido e procurou a Par Mais para saber se é melhor quitar o financiamento do seu imóvel ou investir?

O caso:

Perfil: Andrea, 31 anos de idade, funcionária pública, viúva, com dois filhos (05 anos e 03 anos); Renda mensal: R$ 5.500,00, e tem de despesas: R$ 3.500,00/mês; Não possui reserva financeira; Recebeu valor de R$ 80.000,00 referente ao seguro de vida do marido e 50% do financiamento do imóvel foi quitado pois havia seguro incluso no contrato; Paga prestação de R$ 810,00/mês, a taxa de juros (CET – custo efetivo total) do financiamento é de 7,5% a.a.; O saldo devedor do financiamento é de R$ 70.000,00; Dúvida: quitar o financiamento ou manter o valor investido?

Dúvida:

Quitar o financiamento ou investir?

A Solução Par Mais

Reservar R$ 10.000,00 do valor recebido do seguro para reserva de segurança, em investimentos com alta liquidez (CDB, por exemplo) – que deve ser incrementada mês a mês, até alcançar uma reserva de segurança de cerca de 6 meses (R$ 3.500,00 x 6 = R$ 21.000,00). A partir do momento que se chegar no total sugerido, Andrea pode iniciar outros investimentos com menor liquidez, mas com maior rentabilidade (LCI/LCA, por exemplo); Para sabermos se vale ou não quitar o financiamento temos que levar em conta a taxa de juros de 7,5%, que é considerada bem baixa para os padrões atuais (Selic está em 14,25%, por exemplo). Percebe-se que é bem viável encontrar investimentos que garantam mais que os 7,5% do financiamento, embolsando a diferença entre os juros do financiamento e do investimento; Um exemplo é investir o valor de R$ 70.000 numa aplicação que garanta uma boa taxa de retorno no período restante do financiamento. Não temos o número de parcelas restantes mas, se considerarmos que são parcelas fixas (financiamento pelo sistema Price), haveria aproximadamente 120 meses para pagar o saldo do imóvel. Dessa forma, o título público NTN-F com vencimento em 2025 é uma ótima opção, pois tem taxa prefixada próxima de 15,00% a.a. O valor desse investimento ao final dos 120 meses será em torno de R$ 230.000,00 (já considerando IR).

O Resultado: Não vale a pena quitar o financiamento.

Devido ao atual cenário econômico, a nossa recomendação é investir o valor de R$ 70.000,00 conforme citado anteriormente e continuar pagando as parcelas, ou seja não é recomendável quitar o financiamento. Considerando o financiamento Price, com cerca de R$ 100.000,00 a pagar (soma das parcelas restantes), Andrea teria um ganho de R$ 130.000,00 – que é a diferença entre esse valor e o resultado do investimento citado. Lembrando que, se o financiamento for com parcelas decrescentes (tipo SAC), também é mais vantajoso fazer da mesma forma.

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Investir ou comprar imóvel?

Muitos leitores, mesmo com recursos, que às vezes ficam na conta corrente ou mesmo na poupança, se sentem inseguros na hora de investir. São tantas siglas e percentuais que realmente assustam quem não está acostumado.

O Jorge, funcionário público de 42 anos, divorciado, é um bom exemplo. Ele recebeu uma herança da sua mãe e imediatamente pensou em quitar o seu financiamento imobiliário. Antes de fazer isso, ele pediu uma análise para um dos nossos especialistas! Clique abaixo e confira qual foi a decisão do Jorge.

CLIQUE E VEJA - VOCÊ TEM MEDO DE INVESTIR?

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O caso:

Perfil: Jorge, 42 anos de idade, funcionário público, divorciado, sem filhos;
Renda mensal: R$ 7.500;
Recebeu valor de R$ 100.000 referente a herança da sua mãe;
Mora de aluguel e paga R$ 1.700/mês;
Dúvida: Usar o valor para entrada de um apartamento e financiar o restante ou investir o valor e continuar no aluguel?

A Solução Par Mais

Considerando a aquisição de um imóvel de R$ 350.000 e utilizando os R$ 100.000 de entrada, a simulação do financiamento pelo Banco do Brasil com taxa efetiva de 11,29%a.a. (CET 12,13%a.a.) em 360 meses, ficará com a parcela inicial de R$ 3.052;
Nessas condições, o valor pago no final do contrato será de R$ 688.000;
Somando o valor dado na entrada e o valor pago no financiamento, Jorge teve um custo total de R$ 788.000. Levando em consideração que ele terá o bem no valor de R$ 350.000, concluímos que ele teve de despesas R$ 437.940 para adquirir o imóvel;

Caso ele invista o valor de R$ 100.000 em uma NTNB com taxa real de 7,3%a.a., Jorge terá no período de 30 anos o valor acumulado R$ 828.000 (Investimento conservador e com um bom retorno);
Considerando que nesse período em que o valor está investido, ele terá o custo total com aluguel de R$ 612.000;
Nesse caso, o valor que Jorge terá na aplicação financeira será de R$ 828.000 e o valor pago com aluguel nesse período é de R$ 612.000, tendo assim, um retorno positivo de R$ 216.000;

O Resultado:

Concluímos que a melhor opção para Jorge é investir o recurso, em que no período de 30 anos ele terá um valor acumulado (patrimônio) de R$ 828.000 e mesmo reduzindo as despesas que terá com aluguel neste tempo, ele ainda terá um ganho de R$ 216.000.

OBS.: Em nenhum dos cálculos foi considerado IPCA, IGPM ou valorização do imóvel. A comparação foi feita com poder de compra atual.

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